Almanaque umdoistres

 Janeiro 2015

Todas as publicações em  Almanaque umdoistres são de textos e imagens que circulam diariamente entre as milhares de Caixas de Entrada de grupos que compartilham e-mails entre si. O endereço umdoistres@umdoistres.com.br, desde 2003 faz parte de incontáveis Catálogos de Endereço no Brasil e exterior. Nada publicado aqui é de autoria de nossa equipe - salvo quando assinado.

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Ayrton Senna. É demais, eles reconhecem. É muito mais do que isso.!
http://www.youtube.com/watch_popup?v=sBNhkylfEnc 

Você está reclamando do calor ? Veja quando neva.
http://www.youtube.com/watch_popup?v=xkk7DX0l95A&Lid=12 

O canal pago TNT é especialista em emoções fortes. Como os americanos chamam: drama. Para seu lançamento na Bélgica, colocaram uma plataforma com um grande botão vermelho em uma pracinha de um vilarejo. No alto, o sinal: aperte o botão para adicionar drama. Finalmente, alguém apertou. O que aconteceu depois foi registrado.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=316AzLYfAzw 

Ninguém pode ser perdoado sem que se restitua o "roubado"
LUIZ FLÁVIO GOMES, jurista e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil.
Estou no professorLFG.com.br e no twitter: @professorlfg

Uma das provas de que nossas instituições estão anquilosadas reside no fato de que o Brasil repatriou, até aqui, pouco mais de 1% do dinheiro dos cleptocratas "corruptos" que aqui conseguiram fazer fortuna, se apropriando do alheio, levando (ou lavando) seus recursos para bancos no exterior (bancos esses que fazem parte de toda a engrenagem da corrupção mundial, na medida em que coloca no mercado financeiro legalizado, dando aparência de licitude, aquilo que tem origem suja, criminosa). Os dados são do delegado Ricardo Andrade Saadi, o diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça, que coloca em dúvida a capacidade de o Brasil recuperar o dinheiro desviado e identificado na Operação Lava Jato no curto ou médio prazo (Estadão).

A "salvação [espiritual, como escreveu Padre Antonio Vieira; da nação, dir-se-ia em termos profanos e político-sociais] não será possível sem se perdoar o pecado e o pecado não pode ser perdoado sem que se restitua o roubado". Que bom princípio seria (diante do escândalo da Petrobras), se começássemos por fazer com que tudo que foi roubado do patrimônio público fosse restituído pelos ladrões. Quem se enriquece indevidamente (se apropriando de bens alheios) deve ser privado do próprio. Concordo plenamente com o Papa Francisco quando disse que não basta "aos políticos, empresários e religiosos corruptos pedir perdão; eles devem 'devolver' à comunidade o que roubaram; os políticos corruptos, os empresários corruptos, os sacerdotes corruptos prejudicam os mais pobres; são os pobres que pagam as festas dos corruptos; são eles que pagam a conta". E como pagam essa conta? Pagam, diz o papa, quando o dinheiro da corrupção faz com que falte aos pobres, por exemplo, hospitais e escolas dignas. Poderia ser mais claro (indaga o jornalista Juan Arias, do El País)?

Com base nos viciados costumes sociais, políticos e mercantilistas tradicionais na nossa história, a sensação nítida que brilha como o sol do meio dia é a de que alguns donos do poder (plutocratas) concederam a si mesmos a liberdade impudica e despudorada para roubar impunemente (para praticar a cleptocracia). Por roubar, em sentido amplo, devemos compreender o corromper (e ser corrompido), o furtar, o extorquir, o parasitar, o se enriquecer ilicitamente etc. Em lugar da moral, prudência, moderação, trabalho, estudo, aplicação, dedicação e afinco (qualidades que constroem as boas e saudáveis sociedades), toda nossa história está paradigmaticamente marcada pela corrupção, temeridade, intemperança, ociosidade, ignorância, parasitismo, dissipação, ladroagem e degeneração.

Costumamos atribuir esses deploráveis vícios somente à política e aos políticos, porém, verdade seja dita, da arena política essas máculas saltaram também para as relações sociais (para a sociedade civil) e empresariais. Na verdade, há aqui um canal de dupla via, porque muitas vezes o desencadeador do malfeito é o particular ou a empresa, que acaba contagiando o mundo político (formando com ele uma simbiose maligna). De qualquer modo, não há como não reconhecer a singularidade cleptocrata do mundo político (feitas as ressalvas devidas), posto que autor privilegiado do extravasamento exuberante de todos os vícios citados, porque (ao longo da história) habituados à falsificação de atas e de urnas, à fraude da lei, às artificiosidades das chicanas judiciais, à traição dos amigos, à renegação dos princípios, ao rebaixamento dos níveis mínimos das posturas éticas, ao aviltamento dos costumes, resumindo toda a moral no triunfo e no bom êxito eleitoral, que se transformou de meio em fim (veja Jornal de Timon, de João Francisco Lisboa, p. 309-10).

Desenhos infantis podem ser mais violentos do que filmes para adultos

CChega o fim de ano e os filmes que passam na televisão durante a tarde passam a ser muito mais voltados ao público infantil. Neste universo, também crescem as chances de que vejamos animações, em vez de filmes que envolvem atores reais. Você pode achar que isso significa muito mais tranquilidade e paz para que seus irmãos mais novos ou seus filhos assistam a tudo sem medo, mas a verdade é bem diferente.

Um estudo publicado no British Medical Journal — uma publicação científica liderada por médicos britânicos — mostra que filmes infantis podem ser muito mais violentos do que filmes adultos. Eles chegaram a essa conclusão após analisar uma série de obras disponíveis no mercado e notaram que personagens importantes para os enredos morrem em cerca de dois terços das animações — enquanto em filmes para adultos isso acontece em metade dos casos.

Também foi descoberto que em relação às obras dedicadas a públicos mais maduros, os desenhos animados possuem 2,5 vezes mais chances de ter um dos protagonistas morrendo durante o filme — sendo que há ainda três vezes mais chances de que isso ocorra por meio de assassinatos. Quando citamos apenas os pais dos protagonistas, as chances de morte são cinco vezes maiores nas animações.

Objetos de estudo

Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram os 45 desenhos infantis mais rentáveis de toda a história — sendo que isso representa filmes como “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937) e Frozen: uma Aventura Congelante (2013) — foram excluídos filmes em que brinquedos, carros e outros objetos são protagonistas. Os filmes para adultos seguiram os mesmos padrões de escolha.

Outra conclusão que foi conseguida com o estudo diz respeito à falsa impressão que temos em relação aos desenhos. Muitos imaginam que desenhos animados são alternativas pouco violentas e que expõe as crianças a pouca ou nenhuma situação traumática, mas a verdade é que as animações também envolvem demonstrações de violência extrema para crianças de diversas idades.

E para quem acha que isso é uma consequência da modernidade, o Daily Mail relembra que em 1937, a madrasta da Branca de Neve foi morta de uma maneira bem violenta no filme da Disney — em um processo que envolveu a antagonista sendo atingida por um raio, caindo de um penhasco, sendo esmagada por uma pedra gigante e atraindo a atenção de abutres.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/desenhos-animados/58763-desenhos-infantis-podem-ser-mais-violentos-do-que-filmes-para-adultos.htm

Um pequeno acervo de imagens fantásticas dos trens mais luxuosos do mundo todas legendadas.


Verdadeiras relíquias! Galeria de fotos espetaculares de uma exposição de carros antigos restaurados, customizados com motores "envenenados". Este encontro acontece todos os anos na Califórnia US e atrai compradores e fanáticos por carros do mundo todo.