Almanaque umdoistres

Julho 2019

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Uma filha com dois pais: afinal, quem inventou a internet?

Vint Cerf (à esq.) e Bob Kahn (à dir.), os criadores do protocolo de comunicação TCP/IP e conhecidos como os "pais da internet"
Imagem: Divulgação/Princeton University

Resumo
A internet como conhecemos nasceu com a Arpanet, uma rede criada nos EUA em 1969
A Arpanet interligava redes acadêmicas e militares
Isso só foi possível com a criação de um protocolo de comunicação por dois pesquisadores norte-americanos
Vint Cerf e Bob Kahn desenvolveram o protocolo e são considerados os "pais da internet"

Parte inseparável das nossas vidas, a internet é utilizada por uma série de dispositivos do nosso cotidiano. Celulares, computadores, televisões e até eletrodomésticos utilizam a rede. Mas afinal, quem inventou a internet?

Não existe uma pessoa que inventou a internet: ela é o resultado do trabalho de muitos pesquisadores de diferentes lugares. No entanto, a rede que hoje conhecemos deriva da Arpanet, sigla para Advanced Research Projects Agency Network (Rede da Agência de Projetos e Pesquisas Avançadas). Essa agência trata-se de um órgão ligado ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Criada em 1969, a Arpanet interconectava as redes de diferentes universidades, laboratórios de pesquisa e militares. Para esse feito, a grande novidade da rede era o protocolo de comunicação TCP/IP, que basicamente estabelece padrões de como os dados devem ser agrupados, transmitidos, roteados e recebidos.

Grosso modo, é uma forma criada para permitir a comunicação padronizada entre computadores diferentes e garantir que essa comunicação persista mesmo quando um dos computadores da rede está indisponível.



Painel do primeiro processador da UCLA (Universidade da Califórnia) a transmitir uma mensagem pela Arpanet
Imagem: Wikimedia Commons

O TCP/IP é a base da internet que conhecemos hoje e seus criadores foram os norte-americanos Robert Kahn e Vinton Cerf. Bob Kahn e Vint Cerf são, frequentemente, citados como os "pais" da internet. Nos anos 1970, esses pesquisadores trabalhavam na Agência de Projetos e Pesquisas Avançadas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Tempos depois, em 1987, a já chamada internet passou a ter o seu uso comercial liberado. Já em 1992, surge na Europa a World Wide Web (WWW), uma rede dentro da internet criada por Tim Berners-Lee que é a porção que a maioria das pessoas usa --e onde estão hospedados sites e serviços.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/tecnologia/noticias/redacao/2019/06/18/quem-inventou-a-internet.htm

  

33 anos depois do acidente nuclear, veja como está Chernobyl na vida real

Acidente nuclear em Chernobyl foi tema de uma série da HBO que se tornou a mais bem avaliada da história e fez o turismo explodir na região
 

Acidente nuclear em Chernobyl

São Paulo – O acidente na usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, completou 33 anos em 2019 e foi tema de uma produção televisiva que está dando o que falar mundo afora.

Transmitida pela HBO, a série “Chernobyl” dramatiza os eventos relacionados ao incidente na Ucrânia e se tornou a série mais bem avaliada da história. A versão ocidental, no entanto, desagradou os russos, que agora preparam um seriado com a sua visão do ocorrido.

A briga de versões sobre o caso, no entanto, não esconde o fato de que esse grave acidente aconteceu. Também não torna mais amena a constatação de que a sua intensidade foi 400 vezes maior que a bomba atômica lançada pelos Estados Unidos contra a cidade de Hiroshima, no Japão, de acordo com dados da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)

A história do acidente nuclear começa em 26 de abril de 1986, quando explodiu o reator de número quatro da usina de Chernobyl, localizada a cerca de 130 quilômetros de distância da capital da Ucrânia, Kiev, e a pouco mais de 20 quilômetros da pequena Pripyat, a cidade mais próxima das suas instalações. Há, ainda, uma cidade chamada Chernobyl, mais distante da usina.

Fundada em 1970 para ser lar dos funcionários de Chernobyl, Pripyat chegou a ser habitada por 50 mil pessoas e foi completamente abandonada nos momentos seguintes ao acidente nuclear. Hoje, a área que compreende a cidade e a usina é chamada de “zona de exclusão”, um lugar tão radioativo que não pode ser habitado. Estima-se que a contaminação tenha afetado uma região de 500 quilômetros que inclui não apenas a Ucrânia, mas cidades de Belarus e da Rússia.

Não há um registro oficial do número de mortos do incidente. A explosão matou imediatamente dois funcionários de Chernobyl, mas 28 bombeiros e membros das equipes de resgate morreram nos primeiros três meses por males associados à radiação. A Organização Mundial da Saúde, por sua vez, calcula em 9 mil pessoas o número de vítimas fatais.

Hoje, a região continua inabitada, embora alguns residentes das cerca de 187 comunidades localizadas nos arredores tenham decidido voltar para casa depois de a área ter sido liberada. Segundo dados da agência Reuters, o turismo está em alta por lá e aumentou em 40% depois da estreia da série, que tem apenas cinco episódios.

Abaixo, confira as imagens que revelam como está Chernobyl e Pripyat nos dias de hoje, três décadas depois do acidente nuclear.

Acompanhe as imagens


 

Fonte: https://exame.abril.com.br/mundo/33-anos-depois-do-acidente-nuclear-veja-como-esta-chernobyl-na-vida-real/?utm_source=email

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