Almanaque umdoistres

Junho 2021

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Confira alguns links interessante de Web Cam de varios
lugares pelo mundo pra você conhecer e se divertir
 

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Olhem que legal...

No LINK abaixo, você faz um passeio de carro pela cidade que você escolher da lista, liga o som e vai aparecer a rádio local e vai        simbora por aí! Muito legal pra dar uma fugida sem sair do lugar. Em tempos de quarentena, nada mal, né?
     driveandlisten.herokuapp.com   

 Veja 5 curiosidades sobre
o Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, lançado 54 anos atrás

 

O icônico disco dos Beatles surpreendeu os fãs da época com suas excentricidades

A capa do icônico álbum

O Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, lançado em (Ou, em tradução livre, “A Banda do Clube dos Corações Solitários do Sargento Pimenta”) é o oitavo álbum de estúdio dos Beatles, sendo considerado um dos trabalhos mais lendários do grupo, surpreendendo com criatividade e experimentação musical.
O disco não tem medo de inovar, o que é demonstrado em diversos aspectos, desde o nome excêntrico e a capa icônica até as famosas manipulações de fitas de canções anteriores para adicionar mais elementos musicais - essa última parte, inclusive, é principalmente creditada ao produtor da banda, George Martin, que é apelidado por vezes de “o quinto Beatle” por suas contribuições essenciais ao legado do quarteto.
Assim, não é nenhuma surpresa que Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band é não apenas o álbum mais vendido dos Beatles, mas também um dos discos mais vendidos de todos os tempos.
No aniversário de 54 anos da obra, descubra alguns fatos curiosos a respeito dela.

1. Era McCartney

Ainda que boa parte das músicas do álbum lançado em 26 de maio de 1967 tenha vindo com a assinatura de tanto Paul McCartney quanto John Lennon - como ocorria com a maioria das canções do grupo - muitas das decisões tomadas na criação do disco vieram do primeiro.
De acordo com uma matéria de 2019 da Rolling Stone, por exemplo, foi Paul que, durante um voo, surgiu com o inusual nome “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”.
A ideia teria sido inspirada por algo relativamente mundano: dentro do avião, existia um pacote de sal identificado como “S” e outro de pimenta identificado como “P”. Foi daí que veio “Sargento Pimenta”, com o restante do nome sendo inventado sem seguida.

2. Alter egos


Os Beatles em julho de 1964

Também veio de McCartney a ideia do grupo adotar “alter egos” no seu novo álbum. Nesse caso, a motivação por trás foi uma vontade de se distanciar do que a banda havia representado no passado.

“Estávamos cansados de ser os Beatles. Realmente detestávamos aquela maldita coisa de nos considerarem meninos, os quatro Mop Tops. Não éramos garotos, éramos homens crescidos. Aquela merda de adolescente já tinha passado, toda aquela gritaria, e não queríamos mais”, contou Paul na sua biografia de 1997, “Many Years From Now”, segundo repercutido pelo site Pop Cultura.

“Tive essa ideia de dar alter-egos para a banda simplesmente para conseguir outra abordagem, de modo que, quando John ou eu fôssemos ao microfone, não seria John ou eu que cantávamos, mas os membros de tal banda. Seria uma libertação”, explicou o músico ainda.

3. Apresentações ao vivo

Outra coisa que o grupo deixou para trás nessa fase foram seus shows. Assim, ainda que a última apresentação dos Beatles tenha sido em 1969, sua última turnê em si foi em 1966.


Na época, os quatro artistas estavam sentindo que as apresentações não conseguiam ter mais a qualidade que eles queriam, porque os elementos musicais colocados em suas canções não podiam ser satisfatoriamente transmitidos no palco com os equipamentos disponíveis então.

A dificuldade foi ainda abordada por George Martin em uma entrevista relembrada pela Rolling Stone em uma matéria de 2019: "Nós estávamos colocando algo em fita que só poderia ser feito em fita”, disse o produtor.

4. Multidão na capa


Capa do álbum

A famosa capa do disco foi desenhada pelos artistas plásticos Peter Blake e Jann Haworth, que eram especializados em pop arte, e contém uma verdadeira multidão de pessoas rodeando os quatro Beatles.

Algumas das figuras representados na capa são: o psiquiatra Carl Jung, escritor Edgar Allan Poe, ator e dançarino Fred Astaire, cantor Bob Dylan, ator Tony Curtis, atriz e sex symbol Marilyn Monroe, o comediante Max Miller, o filósofo Karl Marx e Sigmund Freud, o pai da psicanálise, apenas para citar alguns. As informações foram documentadas pelo UOL.

5. Homenagem de Jimi Hendrix

Segundo repercutido por um artigo do Globo de 2016, três dias após o lançamento de seu novo disco os Beatles Paul McCartney e George Harrison foram em um show do guitarrista norte-americano Jimi Hendrix, e tiveram uma agradável surpresa quando o músico abriu sua apresentação fazendo um cover da música Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, a canção título do álbum recém-lançado.


Ainda conforme o veículo, McCartney teria revelado mais tarde que o episódio constituíra “uma das maiores honras” de sua carreira.


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Here, There and Everywhere. Minha Vida Gravando os Beatles, Geoff Emerick (2013) - https://amzn.to/2Pk8QIv

Beatles 1966: o ano Revolucionário, Steve Turner (2018) - https://amzn.to/2DRxQl0

Lembranças de Lennon, Jann S. Wenner, Conrad (2001) - https://amzn.to/2rY1IJX

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Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/amp/noticias/reportagem/5-fatos-sobre-o-sgt-peppers-lonely-hearts-club-band.phtml

Bandeirante, o 1º automóvel brasileiro.
E não era aquele Toyota

 Foto do caminhão Bandeirante, considerado 1º veículo do Brasil

Nos anos 1920, o engenheiro José Augusto Prestes projetou e construiu um caminhão no Rio de Janeiro. Até o motor era 100% nacional.

Para a maioria, Bandeirante é apenas um jipe da Toyota. Mas, na remota década de 1920, foi feito artesanalmente outro Bandeirante, obra de um engenhoso imigrante português residente no Rio. E a imprensa da época apresentou o caminhãozinho como "O primeiro automóvel fabricado no Brasil"!

Reportagens nos jornais cariocas de 1929 contam que o veículo, apresentado no dia 8 de janeiro daquele ano, foi inteiramente construído nas instalações da A. Prestes & C. Ltd..

Registro do primeiro automóvel feito no Brasil

Tratava-se de uma fábrica de máquinas para beneficiamento de café, onde também se faziam peças de reposição para automóveis. Localizada na Rua São Cristóvão 430, a firma tinha oficinas para fundição de ferro, aço, bronze e alumínio. Tal estrutura foi suficiente para criar um caminhão completo, com capacidade para 7 toneladas.

As partes de aço como chassi, rodas e até o motor (de 60hp) foram fabricadas ali mesmo, bem como todas as demais peças de bronze e alumínio. A construção foi dirigida pelo comendador José Augusto Prestes, personagem que bem merecia ter sua história transformada em livro.


José Augusto Prestes e jornal da época

Nascido em uma família rica de Benfica, Portugal, Prestes estudou engenharia mecânica nos Estados Unidos. Em 1891, participou de um golpe mal sucedido para implantar a república em Portugal. Como o rei não caiu, o jeito foi vir para o Brasil.

No calor carioca, começou a estudar sobre frigoríficos e abriu a primeira fábrica de gelo no país (antes, o gelo vinha da Europa!). O versátil luso fez de tudo: tocou as obras do palácio do governo em Manaus, montou sua siderúrgica (Usina Santa Luzia), além de construir e administrar o Cassino Theatro Beira Mar, no Passeio Público, Centro do Rio.

Republicano, sofreu um atentado a bomba, de anarquistas. E, como presidente do Vasco, abriu as portas do clube aos jogadores negros, em 1924. Diante de tantas histórias, fazer o primeiro caminhão do Brasil (batizado de Bandeirante em homenagem a um club homônimo de pioneiros automobilistas) parece até simples.



Lançamento do caminhão Bandeirante no Brasil

O radiador do Bandeirante, vale dizer, tinha uma faixa preta na diagonal - seria uma referência à camisa do Vasco? No alto do colete havia um escudinho com as letras SL, de Santa Luzia. Abaixo do radiador, uma grande placa ostentava o nome da A. Prestes & C. Ltd..


Caminhão Bandeirante

Seus cilindros eram destacáveis do bloco, com 125mm de diâmetro e 140mm de curso (ou seja: 1.718cm³ cada um), mas infelizmente não encontramos maiores informações técnicas sobre o modelo - nem sequer quantos cilindros tinha.

Pelas notas da imprensa, sabe-se que o único exemplar do auto-caminhão (como se dizia na época) foi embarcado, no dia 20 de janeiro de 1929, para a Exposição Ibero-Americana de Sevilha. Fazendo as contas, apenas 12 dias se passaram entre o evento de apresentação do Bandeirante, no Rio, e seu envio para a Europa.

A mostra espanhola, que exibiu produtos dos países ibéricos e latino-americanos, ficou aberta por um ano - houve gente por lá que duvidou que o veículo era inteiramente fabricado no Brasil.




Jornal O Globo - O primeiro automóvel fabricado no Brasil

Passado o entusiasmo inicial, os jornais nada mais publicaram sobre o destino do pioneiro Bandeirante. Assim, há boa chance de que tenha se tornando, também, o primeiro automóvel brasileiro vendido no exterior.

Fonte: https://motor1.uol.com.br/news/506238/badeirante-primeiro-automovel-brasileiro/


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