Almanaque umdoistres

Novembro 2017

Todas as publicações em  Almanaque umdoistres são de textos e imagens que circulam diariamente entre as milhares de Caixas de Entrada de grupos que compartilham e-mails entre si. O endereço umdoistres@umdoistres.com.br, desde 2003 faz parte de incontáveis Catálogos de Endereço no Brasil e exterior. Nada publicado aqui é de autoria de nossa equipe - salvo quando assinado.

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Navios fantasmas, abandonados naufragados
https://www.youtube.com/watch?v=dpz-IE7kmfU

Drenando o Oceano - Navios Afundados
https://www.youtube.com/watch?v=0x50ItjSUes

NAVIOS AFUNDANDO
https://www.youtube.com/watch?v=R3ruhsEhO3A

Flagrantes Impressionantes de Acidentes de Navios
https://www.youtube.com/watch?v=CuS1NIowIBg

Casos De Navios Fantasmas Que Intrigaram o Mundo!!
https://www.youtube.com/watch?v=3uv_wv5OK74

O NAVIO ABANDONADO
https://www.youtube.com/watch?v=HCBO_aSoENk

Navio afundou com 1400 carros dentro. Veja o resgate!
https://www.youtube.com/watch?v=j_kHORjpL-8

As mais Incríveis Colisões & Acidentes de Navios pelo Mundo
https://www.youtube.com/watch?v=UBsv7dCWCzo

Navios em situações Críticas _ Naufrágio & Navios Afundando
https://www.youtube.com/watch?v=g-JO-dOvItw

Expectativa x realidade: cartões-postais que são tomados por muvucas

Em cartões-postais, anúncios turísticos e reportagens de viagem muitos os pontos turístucos aparecem impecáveis: limpinhos, iluminados e, quase sempre, vazios. A realidade, porém, nem sempre é assim. Ao visitar qualquer destino turístico famoso ao redor do mundo, é bom se preparar: há grandes chances de você se deparar com uma multidão de outros viajantes se acotovelando para conseguir a melhor foto do dia. Conheça dez lugares célebres no mundo que são tomados por muvucas intermináveis.
 

Cristo Redentor, Brasil

É encantador ver qualquer imagem aérea do Cristo Redentor, com seus braços abertos sobre a linda paisagem do Rio de Janeiro. Mas é comum que, ao subir o morro do Corcovado, o turista se veja apertado no meio de uma multidão de turistas, que se esbarram nas escadarias e mirantes que existem no local (nem sempre é fácil chegar aos parapeitos para fazer uma foto panorâmica da cidade). Isso sem falar que é preciso tomar cuidado para não tomar, repentinamente, um tapa na cara: muita gente tem o hábito de, no meio da muvuca, abrir os braços para fazer um retrato imitando a posição do Cristo.
 

Mona Lisa, França

Muita gente entra no Museu do Louvre, em Paris, com um grande objetivo: poder contemplar a Mona Lisa, o mais famoso quadro de Leonardo da Vinci. Tal empreitada, porém, tende a se deparar com alguns obstáculos. Primeiramente porque haverá, quase sempre, uma multidão de outros turistas (e muitos deles estarão com celulares levantados sobre suas cabeças, tirando fotos da obra). E depois porque a pintura fica separada do público por um cercado: as dimensões relativamente pequenas do quadro (77 cm x 53 cm) não contribuirão para uma contemplação ideal.
 

Empire State, Estados Unidos

Apesar de não ser mais o maior arranha-céu do mundo, o Empire State ainda é um dos grandes símbolos de Nova York. Sua estrutura continua se destacando na paisagem urbana da Big Apple e atraindo a atenção de quase todas as pessoas que visitam a cidade. E os turistas podem subir ao 86º andar e ao 102º andar do edifício para admirar, de lá de cima, uma das melhores visões panorâmicas da metrópole americana. O problema é que, às vezes, esses lugares se encontram apinhados de gente (como se vê na foto da direita). É bom ir com paciência para enfrentar pequenas filas antes de chegar às áreas que oferecem as melhores vistas de Nova York.
 

Fontana di Trevi, Itália

Famoso cenário do filme “La Dolce Vita”, a Fontana di Trevi é um dos simbolos mais conhecidos de Roma, na Itália. Com um encantador estilo barroco –e com uma estrutura que tem 26 metros de altura e mais de 49 metros de largura– esse monumento aparece irretocável nos cartões-postais. O desafio, aqui, é curtir tal beleza com calma. A Fontana di Trevi é cercada por estreitas vias, que ficam lotadas de turistas tentando chegar o mais perto possível das águas da fonte (multidões que geralmente não aparecem nas fotos). É um ambiente estressante, turbinado por vendedores de badulaques que passam sem parar.
 

Scalinata di Trinità dei Monti , Itália

Roma é, provavelmente, uma das cidades do mundo que mais oferecem choques entre expectativa e realidade em seus monumentos turísticos. Isso acontece também na Scalinata di Trinità dei Monti, a linda escadaria que conecta a Piazza di Spagna à Piazza Trinitá dei Monti. Muitos turistas chegam aqui pensando que será fácil se sentar em algum dos degraus da escadaria e observar a paisagem enquanto se deliciam com um gelato. Ledo engano: a Scalinata costuma ser um dos lugares mais cheios de turistas da capital italiana e é fácil tropeçar em alguém enquanto se percorre sua estrutura. A muvuca tende a diminuir um pouco fora do verão europeu.
 

Dubrovnik, Croácia

Dubrovnik é, sem dúvida, um dos destinos mais lindos da Croácia. Cercada pelo mar Adriático (como pode ser visto na foto da esquerda), a cidade abriga um centro histórico com românticas vielas, bons restaurantes e uma murada cujo topo pode ser percorrido pelos turistas –que, de lá de cima, fazem fotos fantásticas de toda a área. O problema é que, principalmente durante o verão europeu, as estreitas vias de Dubrovnik são tomadas diariamente por milhares de turistas –que, via de regra, chegam ao local a bordo de navios de cruzeiro. Nessas situações, fica difícil andar pela cidade e admirar com calma toda a sua beleza. Até entrar na igreja chega a ser um desafio.
 

Muralha da China, China

Tem muita gente na China. É isso o que o turista estrangeiro irá pensar ao explorar a Grande Muralha deste país asiático. Mesmo gigantesco e aparecendo vazio em fotos como a de cima, este monumento tende a ficar abarrotado de gente em diversos dos seus trechos –principalmente aqueles que são acessados pela área de Badaling, a cerca de 70 km de Pequim, e Mutianyu, a aproximadamente 80 km da capital chinesa. É bom estar preparado para dividir o espaço relativamente estreito da muralha com multidões –o que pode deixar o passeio bem desconfortável. Huanghuacheng é um dos acessos que costumam ter menos gente.
 

Palácio de Buckingham, Inglaterra

O imponente Palácio de Buckingham é o lar oficial da rainha Elizabeth 2ª. Muitas vezes, o local é retratado assim, como na foto da esquerda, cercado por um ambiente pacífico e belo. Mas não se engane: a área fora dos portões da residência monárquica se encontra frequentemente lotada de turistas, que se reúnem no local para ver a troca da guarda real ou simplesmente para tirar fotos do edifício. É um programa que vale a pena fazer em Londres, mas prepare-se para ser espremido por gente do mundo inteiro na hora em que os guardas da rainha estiverem passando pela área.
 

Taj Mahal, Índia

Erguido no século 17 pelo imperador Shah Jahan, o Taj Mahal é uma das construções mais lindas do mundo. O monumento está localizado na cidade de Agra, na Índia, e faz parte do imaginário das pessoas com sua magnífica estrutura de mármore e com os (teoricamente) pacíficos jardins que existem sob sua entrada. O que costuma não aparecer nas fotos são os volumosos grupos de pessoas que se amontoam na área que dá acesso ao Taj Mahal para tirar fotos de lá (como pode ser visto na imagem da direita). Trata-se do lugar que oferece o melhor ângulo para um retrato, mas, frequentemente, o turista precisa esperar bastante tempo para conseguir ser retratado com o Taj Mahal ao fundo.
 

Machu Picchu, Peru

Em sua imagem panorâmica mais clássica, Machu Picchu lembra um mundo perdido que ainda não foi encontrado pelo homem. Mas a realidade está bem longe disso: o sítio arqueológico peruano é famoso no mundo inteiro e já foi descoberto faz tempo, atraindo uma enorme quantidade de turistas todos os anos. O local é espaçoso e oferece terreno para lindas caminhadas, mas espere encontrar enormes grupos de turistas tomando conta de áreas inteiras das ruínas. Às vezes, é preciso esperar um bom tempo para que as pessoas saiam do horizonte para fazer uma boa foto das fascinantes estruturas de Machu Picchu.

Fonte: http://viagem.uol.com.br/noticias/2017/09/07/expectativa-x-realidade-cartoes-postais-podem-ser-tomados-por-muvucas.htm


Lindo, perto e barato: veja 10 passeios incríveis para fazer na Bolívia

Ao viajar para a Bolívia, você entrará em contato com montanhas, lagos e cidades que parecem tocar as nuvens, muito acima do nível do mar. Trata-se de uma nação onde as paisagens surpreendem os visitantes com suas cores e formas fascinantes. E o melhor: é um lugar bem mais barato do que países vizinhos, como Chile, Argentina e Peru. Abaixo, veja dez destinos bolivianos que devem estar no roteiro de sua viagem.
 

Salar do Uyuni

Na Bolívia está o maior deserto de sal do mundo, o Salar do Uyuni. Com um solo salino completamente branco, em uma paisagem que parece pertencer a outro planeta, esse destino turístico fascinante fica a mais de 3.500 metros de altitude e ocupa uma área com mais de 10.000 km². Na época das chuvas, entre dezembro e março, as águas formam um espelho sobre o deserto de sal, refletindo perfeitamente as nuvens no solo do lugar. Em um tour pela região do Salar (feito geralmente com veículos 4x4), os turistas também visitam uma ilha de cactos e lagos repletos de flamingos.
 

Sucre

Capital constitucional da Bolívia, Sucre é a cidade mais linda da Bolívia. Por causa de seus lindos e bem preservados edifícios históricos, o centro urbano está na lista de Patrimônios Mundiais da Unesco. Entre eles se destacam o convento de San Felipe de Neri (fundado por carmelitas no século 18), a Casa de la Libertad (com linda arquitetura colonial e que foi sede do poder legislativo boliviano) e a Basílica de San Francisco, erguida no século 16. Sucre é uma cidade perfeita para ser explorada a pé, com a maioria de seus atrativos próximos uns dos outros. No trajeto, faça uma caminhada pelas lindas praças Bolívar e 25 de Mayo.
 

Tiahuanaco

Tiahuanaco é o principal sítio arqueológico da Bolívia. Localizado a cerca de 70 km de La Paz, o lugar foi a capital administrativa e ritualística de uma civilização que exerceu poder sobre o que é hoje Bolívia e partes de Peru e Chile há milhares de anos. Tiahuanaco ainda exibe monumentos milenares em ótimo estado de conservação como a Pirâmide de Akapana, o Monólito Benett, a Porta do Sol e o Templo de Kalasasaya. Em Kalasasaya destaca-se o portal que antes recebia, em perfeita orientação astronômica, os primeiros raios solares dos dias de equinócio (o monumento ainda se encontra dentro do templo, mas em posição diferente). A face solar de Viracocha, o "Deus Criador", decora sua fachada.


Lago Titicaca

Situado a mais de 3.800 metros sobre o nível do mar (e dividido entre a Bolívia e o Peru), o Titicaca é um dos lagos mais altos do mundo (e passeio imperdível para quem explora o território boliviano). Trata-se de uma obra da natureza cercada por imponentes montanhas e pontuada por ilhas que abrigam vilarejos pitorescos, como a Isla del Sol, onde o turista encontra pousadinhas aconchegantes, ruínas de templos incas e trilhas para caminhadas no meio de muita natureza. Nas margens do lago, está a cidade de Copacabana (na foto), ponto de partida perfeito para as viagens de barco pelo lago.
 

La Paz

Se você gosta de passear em metrópoles agitadas, não deixe de passar pelo menos cinco dias em La Paz durante uma viagem à Bolívia. A cidade, que chega a estar a quase 4.000 metros sobre o nível do mar, tem em seu horizonte a linda montanha nevada Illimani e, em suas ruas, o turista encontra atrativos como a vibrante Plaza Murillo (praça onde está o palácio presidencial boliviano), a Calle Jaen (charmosa ruazinha com bares e casas de música folclórica) e a Calle de las Brujas (via onde é possível comprar belos artesanatos andinos). Merece também uma visita o Valle de la Luna, uma área repleta de formações rochosas que realmente lembram uma paisagem lunar.
 

Cerro Rico

A montanha conhecida como Cerro Rico, localizada na cidade de Potosi, não é um passeio para quem busca beleza, mas sim um lugar para o turista que está interessado em entrar em contato com um dos lugares históricos mais importantes da Bolívia. Dentro da montanha ainda funciona uma mina de onde os espanhóis tiraram, entre os séculos 16 e 17, milhares de toneladas de prata. Nos dias de hoje, não sobrou quase nada do nobre metal, mas a mina está ativa e é aberta a visitas turísticas. Por cortesia, os visitantes devem levar folhas de coca e dinamites (que podem ser compradas nas ruas de Potosi) para os mineiros que continuam a trabalhar lá dentro. O tour não é aconselhável para claustrofóbicos.
 

 Parque Nacional Madidi

Além de paisagens montanhosas, a Bolívia oferece excelentes opções de passeio no meio do mato. Uma delas é o Parque Nacional Madidi, localizada na região noroeste da Bolívia e onde os turistas entram em contato com paisagens recheadas de rios, cachoeiras, florestas e animais selvagens, como o urso-de-óculos e a onça-parda (além de diversas aves coloridas). A melhor base para explorar toda esta área é a cidade de Rurrenabaque, que conta com infraestrutura de hospedagem, agências de viagens e uma atmosfera animada por mochileiros do mundo inteiro.
 

Estrada da Morte

A Bolívia oferece uma das experiências turísticas mais cheias de adrenalina da América do Sul. Trata-se da Carretera de la Muerte (Estrada da Morte), estrada precária que desce da região do Altiplano (a cerca de 4.700 metros de altitude) até a zona dos Yungas (a menos de 2.000 metros sobre o nível do mar) passando ao lado de precipícios (e também de lindíssimas paisagens de selva). Este trajeto é percorrido por viajantes aventureiros a bordo de bicicletas, em jornadas que chegam a durar quatro horas. O passeio deve ser feito com a presença de guias, que podem ser contratados em agências turísticas de La Paz.
 

Rota do Che

Ame ou odeie a figura de Che Guevara, este passeio é interessantíssimo para o turista que gostam de história. No departamento de Santa Cruz, no leste da Bolívia, está a Ruta del Che (Rota do Che), área onde o argentino tentou (sem sucesso) instalar uma guerrilha que fosse o foco de uma revolução na América do Sul. Na área, os viajantes caminham bastante no meio do mato para conhecer (com a ajuda de um guia) a área da selva onde Guevara combateu as forças armadas bolivianas, o local onde ele foi capturado e até o lugar onde ele foi fuzilado a tiros, no vilarejo de La Higuera. O tour pode ser contratado na cidade de Vallegrande.

Carnaval de Oruro

Localizada a cerca de 400 km de La Paz, a cidade de Oruro está longe de ser o centro urbano mais bonito da Bolívia. Mas vale muito a pena visitar o local na época do Carnaval, quando Oruro é tomada por uma das celebrações populares mais divertidas da América do Sul. Os festejos carnavalescos da cidade contam com inúmeras apresentações de danças folclóricas bolivianas, como a diablada e a morenada, que percorrem as ruas locais embaladas por muita música e chicha (bebida alcoólica fermentada feita à base de milho). É uma atração imperdível para quem quiser cair na gandaia.

Fonte: http://viagem.uol.com.br/noticias/2017/10/27/lindo-barato-e-perto-do-brasil-veja-dez-passeios-para-fazer-na-bolivia.htm