Almanaque umdoistres

Novembro 2018

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Videos que tinha tudo para dar errado A
https://www.youtube.com/watch?v=_mFCBI5OQpE 

Videos que tinha tudo para dar errado B
https://www.youtube.com/watch?v=hdCrXLsJD-k 

Videos que tinha tudo para dar errado C
https://www.youtube.com/watch?v=b3E5uUnzHtw 

Videos que tinha tudo para dar errado D
https://www.youtube.com/watch?v=MnUQ9lQPgbY 

Videos que tinha tudo para dar errado E
https://www.youtube.com/watch?v=1049la4ZZwo

Os 25 Navios Fantasmas reais mais incriveis (Narrado com Fotos)
https://www.youtube.com/watch?v=dpz-IE7kmfU 

As 40 Cidades Fantasmas (Abandonadas) mais Incríveis (Narrado com Fotos)
https://www.youtube.com/watch?v=nL_XfTy0fzM 

As 20 Cidades Submersas mais Incriveis (Narrado com Fotos)
https://www.youtube.com/watch?v=DPAuuptHd6k

As 20 Florestas mais Sinistras do Mundo (Narrado com Fotos)
https://www.youtube.com/watch?v=cXSdhk2HsRk 

Fukushima: A Cidade Fantasma Esquecida
https://www.youtube.com/watch?v=DNfvySPnjG4 

Ilha Hashima (Gunkanjima): A Cidade Fantasma Encouraçado
https://www.youtube.com/watch?v=3UcbNEZO-cE

Olha que legal. Clique no ano que vc nasceu e veja como o Brasil era! Bem interessante!
http://www.planetarei.com.br/blog/Anos/AnosC.htm

Quando o banco liga para confirmar saque, é para te proteger ou fiscalizar?

Você recebeu um telefonema do gerente do banco questionando sobre um saque ou transferência de valor alto? Ele não está apenas querendo verificar se foi você mesmo quem fez a operação, para descartar uma eventual fraude, como a clonagem do cartão. Uma das maiores preocupações dos bancos hoje é prevenir a lavagem de dinheiro.

Os bancos estão apertando o cerco contra movimentações financeiras que tenham indícios de origem ilícita, como tráfico de drogas, contrabando e corrupção. Se você pensa que as instituições estão preocupadas apenas com grandes quantias de dinheiro, está enganado. Pequenos depósitos, saques ou transferências, muito frequentes ou fora do comum, também merecem atenção.

Não se sinta constrangido em explicar ao gerente do banco o motivo de uma transferência, por exemplo, se você comprou um carro, ou se precisou fazer vários saques para pagar os pedreiros que estão reformando sua casa. Afinal, no seu caso, tanto a origem como o destino dos recursos são lícitos.

Aprendizado com a Lava Jato

Dinheiro na cueca, malas de dinheiro guardadas em um apartamento, entrega de propina em um restaurante, contas no exterior, posto de gasolina de fachada. Esses e diversos outros episódios curiosos foram revelados nos últimos anos nas operações de combate à corrupção, como a Lava Jato, a Zelotes e a Greenfield.

Os bancos têm aprendido como evitar novos esquemas de lavagem graças aos depoimentos prestados pelos doleiros e operadores descobertos nas investigações da Polícia Federal e do Ministério Público.

As investigações revelaram que os esquemas evitam movimentar grandes quantias de uma vez para não chamar a atenção dos bancos e dos órgãos de fiscalização, como o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), vinculado ao Ministério da Fazenda.

De olho em valores menores

Atualmente, qualquer saque em dinheiro vivo superior a R$ 50 mil precisa ser comunicado pelo banco ao Coaf. Até o fim do ano passado, apenas operações acima de R$ 100 mil eram comunicadas.

Além disso, o correntista precisa avisar o banco sobre sua intenção de saque com 72 horas de antecedência. Depósitos e transferências eletrônicas de valores elevados também devem ser informadas ao órgão de controle do governo.

Apenas no ano passado, os bancos emitiram mais de um milhão de comunicados de alerta ao Coaf por causa de movimentações de valores elevados ou transações suspeitas. Destes, cerca de 6.000 foram analisados pelo órgão devido aos indícios de lavagem de dinheiro ou de financiamento ao terrorismo.

Os resultados das análises foram encaminhados às autoridades para investigação e apuração de prática criminosa.

Dinheiro vivo não permite rastrear origem e destino

Alguns tipos de estabelecimento, como postos de gasolina, supermercados e empresas de ônibus urbanos são propícios para esquemas de lavagem de dinheiro.

Há uma grande entrada de dinheiro vivo para pagar por produtos e serviços. Em tese, o dinheiro deveria vir das centenas de clientes desses estabelecimentos, mas nada impede que uma grande parte dos supostos pagamentos seja fictícia.


O problema é que dinheiro em espécie não é rastreável. Você não tem como saber se determinada quantia tem como origem ou destino uma prática ilegal.

José Eduardo Moreira Bergo, membro da Comissão de Prevenção à Lavagem de Dinheiro da Febraban

"A circulação de dinheiro em espécie é uma grande preocupação para os bancos. E não apenas por questões de segurança, de ter que manter grandes quantias disponíveis nas agências e caixas eletrônicos", afirmou José Eduardo Moreira Bergo, diretor de Segurança Institucional do Banco do Brasil e membro da Comissão de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo da Febraban(Federação Brasileira de Bancos).

Gastos com crédito ou débito são rastreáveis

Nas compras feitas com cartão de débito ou crédito e nas transferências eletrônicas, como TED e DOC, é possível identificar tanto quem pagou ou enviou o dinheiro como quem recebeu.

Segundo Bergo, o elevado nível de informalidade da economia brasileira, com muitas pessoas sem conta em banco, acaba favorecendo os esquemas de lavagem porque há um grande volume de dinheiro em circulação no comércio.

De acordo com o estudo "O brasileiro e sua relação com o dinheiro", divulgado pelo Banco Central, cerca de 29% da população ainda recebe salário em dinheiro vivo, enquanto 48% recebem por meio dos bancos.

"Padaria" funcionava no segundo andar de um sobrado

Alguns esquemas de lavagem já são bem conhecidos pelos bancos. Outros são, no mínimo, inusitados.

"Tivemos um caso curioso. De uma [falsa] padaria que funcionava no segundo andar de um sobrado. Ela tinha toda movimentação compatível com uma padaria. Menos o endereço. Um funcionário do banco foi lá verificar e percebeu que não se tratava de uma padaria", disse Bergo, da Febraban.

Agilidade dos criminosos dificulta combate à lavagem

De forma geral, os esquemas de lavagem são difíceis de combater devido à agilidade dos criminosos. Contas correntes são abertas e usadas por curtos períodos. Em apenas dois ou três meses, os criminosos conseguem girar grandes quantias.

"Imagine que eu recebo um cadastro de abertura de conta corrente de um cidadão que se apresenta com uma determinada profissão e que tem uma renda 'X'. Nós temos vários correntistas exercendo a mesma profissão e sabemos qual é o padrão de movimentação financeira deles. Mas esse cidadão só recebe depósitos de pequenos valores em dinheiro. Muitos depósitos, que somam três, quatro vezes a renda declarada. Como os valores dos depósitos são pequenos, em tese ele não deveria despertar atenção mas, sem dúvida, é uma situação suspeita”, disse Bergo.

Essa é uma prática muito comum do tráfico de drogas. Depósitos de pequenos valores, como R$ 100, são feitos com uma frequência muito alta –dezenas por dia. Pouco tempo depois, todo o dinheiro é retirado ou transferido e a conta é fechada.

Falta de sistema central de informações facilita fraudes

A falta de um sistema único de identificação dos brasileiros abre espaço para fraudes. Hoje uma mesma pessoa pode emitir um documento de identificação pessoal (RG) em qualquer estado ou no Distrito Federal. E todos os 27 RGs da mesma pessoa são legalmente válidos.

O mesmo problema acontece com cartórios e outras repartições públicas. Não há uma central de informações no país para compartilhar, por exemplo, informações sobre mortes, o que favorece as fraudes com documentos de pessoas falecidas.

No caso de furto ou roubo de documentos, acontece o mesmo problema. O cidadão pode informar os órgãos de proteção ao crédito, como a Serasa ou o SCPC. No entanto, a iniciativa da comunicação tem que partir do interessado, em vez de ser feita automaticamente, ao se registrar um boletim de ocorrência, por exemplo.

Equipes dos bancos "espionam" agências e clientes

Fraudes eletrônicas, roubos de agências e outros crimes causam prejuízo financeiro direto aos bancos. A lavagem de dinheiro, diferentemente, não é uma prática que provoca perdas relevantes às instituições.

A maior preocupação, nesse caso, é o desgaste da imagem do banco e as eventuais punições legais e multas por parte de órgãos de fiscalização no Brasil e no exterior.

Uma instituição manchada por um caso de lavagem de dinheiro pode sofrer restrições para operar com bancos brasileiros e de outros países, prejudicando os negócios.

Essa é uma das razões pelas quais os bancos mantêm equipes especiais dedicadas a combater a lavagem de dinheiro. No Brasil, cada um dos grandes bancos possui, em média, 200 pessoas trabalhando exclusivamente para analisar e prevenir possíveis práticas de lavagem.

Trata-se de uma área independente, que investiga as atividades das agências bancárias sem que essas sejam informadas. É uma forma de verificar se, eventualmente, há funcionários envolvidos nas fraudes.

Além disso, a investigação por uma equipe especial, externa à agência bancária, visa preservar os funcionários, evitando colocá-los em risco ao ter contato com os clientes criminosos. Nesse caso, a equipe especial toma todas as providências e informa as autoridades.

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/11/02/bancos-aumentam-prevencao-a-lavagem-de-dinheiro.htm

34 instrumentos de tortura usados antigamente e outros usados até hoje

Muito antes da criação de cadeias e presídios - e mesmo após a criação deles - a humanidade tratou de punir as pessoas que não se encaixavam na sociedade com artefatos que pudessem causar constrangimento, dor e morte. Além do castigo em si, a ideia era usar as punições como exemplo e evitar que crimes voltassem a ocorrer. Conheça algumas das criações mais cruéis que foram usadas para punir não só criminosos, mas também revolucionários, mentirosos, fofoqueiros, homossexuais, adúlteros, promíscuos, hereges e quaisquer outros perfis que fossem considerados "perigosos" pelos poderosos de sua época.



1 Açoite

O açoite é bastante conhecido dos brasileiros porque foi um dos castigos mais aplicados aos negros do país durante o período da escravidão. É uma forma de castigo físico que usa chicotes para machucar a pele da vítima. Para aumentar a punição, utilizavam-se pedaços de ferro, tiras de couro ou outros objetos na ponta da corda. Na imagem acima, o pintor francês Debret ilustrou como o castigo era aplicado no Brasil. Além dos escravos, ao longo da história, o açoite foi utilizado para machucar pedintes e mulheres infiéis



2 Algemas

Utilizadas até os dias de hoje, as algemas surgiram na Antiguidade e são consideras uma forma leve de tortura. Nela, as vítimas eram imobilizadas pelas mãos ou pelos pés, impedindo movimentos manuais ou uma eventual fuga. Antigamente, eram aplicadas por meses, podendo levar os condenados à loucura



3 Apedrejamento

Atualmente, ainda existem algumas punições bem severas. Em alguns países do Oriente Médio e da África, a pena de morte aplicada a quem comete adultério é o apedrejamento. O condenado é enterrado no chão e apedrejado por pessoas ao seu redor até a morte. Se o condenador for homem, ele é enterrado até a cintura. O apedrejamento tem sido muito usado nos últimos anos em casos que ganharam repercussão, como o apedrejamento de mulheres como parte do governo talebã, mas o governo do Irã fez uma modificação no código penal, permitindo que os juízes escolhessem outra pena que não o apedrejamento em casos de adultério comprovado. A medida foi tomada após várias organizações de direitos humanos iniciarem protestos contra o apedrejamento. Na foto, mulher encena em Bruxelas, na Bélgica, como seria a punição por apedrejamento



4 Berço de Judas

O berço de Judas nasceu nas mãos do italiano Ippolito Marsili como uma tortura "leve": tratava-se de um sistema para obter confissões que não permitia ao suspeito dormir, mas, ao decorrer da história, se transformou em um cruel aparelho no qual as vítimas eram suspensas por cordas acima de uma espécie de triângulo pontiagudo, sendo largadas em cima do objeto com força para machucar o ânus e partes sexuais



5 Berlinda

A berlinda era um castigo considerado leve e bastante aplicado em diversos países da Europa medieval. Tratava-se de uma placa de madeira, na qual a vítima era presa pelos braços e pescoço, limitando sua mobilidade. Depois, o réu era solto às ruas, onde apanhava e era insultado pela população, levando tapas por sua conduta considerada imoral. Geralmente, o castigo era destinado a bêbados, briguentos e ladrões



6 Burro espanhol

Um dos castigos mais cruéis de que se tem registro é o burro espanhol, no qual as vítimas eram colocadas nuas em um aparelho que tinha o formato de uma letra V invertida com as pernas entreabertas. A ideia era fazer com que o peso da própria vítima cortasse o seu corpo em duas metades. Para deixar a situação ainda mais agonizante, pesos eram amarrados aos pés da vítima, forçando o corpo delas para baixo. Na ilustração acima, o artista Bessonov Nicolay retrata como funcionava o "interrogatório" com o uso do aparelho durante a Idade Medieval



7 Cadeira elétrica

Inventada e utilizada nos Estados Unidos, a cadeira elétrica é a mais conhecida pena de morte do país. Nela, o condenado recebe uma descarga elétrica fatal. Eletrodos colocados em partes estratégicas do corpo do réu aceleram o processo de morte. O instrumento já foi acusado por parte da sociedade norte-americana como desumano por conta de acidentes em que as descargas elétricas demoraram a matar os réus, que ficaram agonizando antes da morte



8 Cadeira inquisitória

Durante o período da Inquisição, um dos castigos mais aplicados pelos torturadores era a cadeira inquisitória, na qual o acusado era preso de cabeça para baixo, com as costas coladas ao local do assento. Além do desconforto, a tática permitia o uso de outros métodos de intimação



9 Cadeira inquisitória moderna

Com o tempo, a cadeira inquisitória foi ganhando novas versões. Algumas permitiam que as pessoas sentassem de maneira convencional, mas sobre alguns elementos perfurantes. Na imagem acima, o apoio do braço e o encosto do móvel ganharam pregos



10 Cadeira inquisitória com pregos

A cadeira inquisitória ganhou novas versões ao longo da Inquisição, até chegar ao modelo acima, com pregos em praticamente todas as suas partes



11 Caixinha de pregos

Cometer roubos e pequenos furtos na Europa medieval poderia gerar uma grave sequela para o infrator. Uma das punições mais utilizadas contra ladrões era uma caixinha recheada de pregos, na qual o condenado era obrigado a colocar a mão, ficando com o membro totalmente ferido e inutilizado, servindo de exemplo para inibir ações de outros ladrões



12 Cavalete

Deitado de costas sobre um bloco de madeira cortante, com as mãos presas em dois furos e os pés em algemas de ferro, o réu que fosse condenado ao cavalete durante a Europa medieval passava por uma situação degradante antes de sua morte. Além de estar amarrado ao objeto de tortura, o sujeito também era obrigado a ingerir uma quantidade enorme de água, em um processo que simulava um afogamento



13 Crucificação

Uma das formas de tortura mais conhecidas é a crucificação, que mesclava elementos de vergonha e dor. Era aplicada na Antiguidade por diversas civilizações, incluindo os romanos. Nela, a vítima era açoitada e obrigada a carregar um pedaço de madeira até o local onde uma estaca estaria fincada ao chão. Depois disso, era amarrada ou pregada com os braços abertos no local, formando uma cruz. A morte ocorria após horas de exaustão, normalmente, com uma parada cardíaca ou por asfixia. A prática foi abolida no século 4, pelo imperador Constantino. Para os cristãos, o ato adquiriu um grau maior de importância por se tratar do castigo aplicado a Jesus de Nazaré



14 Empalação

Na Europa medieval, uma prática comum de punição aos inimigos do reino era a empalação. Geralmente, os prisioneiros rebeldes eram despidos e atravessados do ânus até a boca por uma estaca de madeira. Após a morte, eles eram expostos em um local onde seus compatriotas pudessem vê-los mortos e se sentissem intimidados



15 Esmaga seios

Para as mulheres acusadas de bruxaria durante a Idade Média, um dos castigos aplicados era conhecido como esmaga seios, quando pedaços de ferros aquecidos em brasas eram usados para perfurar a pele das vítimas, principalmente no busto. Na imagem acima, o artista Bessonov Nicolay registrou em obra de 2001 como seria uma condenação, mas o registro mostra uma variação feita com tesouras, também aquecidas em brasas



16 Esquartejamento

O esquartejamento, que basicamente era dividir a vítima em quatro partes, foi um dos castigos medievais mais aplicados por países europeus durante a Idade Média. Com diversas variações, a que mais chama a atenção era conhecida como "desmembramento a cavalo", que consistia em amarrar os membros das vítimas em cavalos e disparar com os animais em direções contrárias. Na Inglaterra, onde a prática foi muito popular, o castigo só foi abolido em 1814. O esquartejamento também foi aplicado nas colônias europeias das Américas, como castigo para conter nativos rebeldes



17 Estiramento

Outra prática de tortura bem antiga era o estiramento. Usada por egípcios e babilônios, e adotada por povos da Europa, a prática era bastante dolorosa. A vítima se deitava em uma cama de madeira e tinha os pés presos por algemas. As mãos eram esticadas acima da cabeça e amarradas a uma corda. Por fim, quando a tortura começava, o carrasco acionava uma alavanca que puxava a corda e esticava a pessoa, deslocando ombros, articulações e a coluna vertebral, além de romper os músculos



18 Fogueira

Durante a inquisição, a fogueira foi uma das práticas mais usadas para condenar os hereges à morte na Europa medieval, principalmente os acusados por prática de bruxaria. Normalmente, o réu era amarrado a um pedaço de madeira e queimado junto com lenha, palha e outros materiais combustíveis



19 Forca

O enforcamento ainda é aplicado em alguns países da Ásia e da África. Antigamente, a vítima desse tipo de condenação ficava em cima de uma tampa que cobria um buraco de uma plataforma de madeira. A tampa se abria e o condenado morria asfixiado ou com o pescoço quebrado pelo tranco. Algumas autoridades deixavam os enforcados pendurados durante dias para servir de exemplo para a população. Atualmente, o processo é parecido, mas alguns cuidados como lubrificar a corda e verificar o peso exato do réu são tomados. Além disso, a pena de morte é aplicada longe dos espaços públicos. O ex-líder iraquiano Saddam Hussein foi enforcado



20 Forquilha do herege

Durante a Inquisição, período em que a igreja católica viveu o auge de seu poder na Europa medieval, quem não seguisse as práticas do catolicismo era considerado herege e, portanto, deveria ser condenado. Um dos aparelhos mais utilizados para esse tipo de punição era a forquilha do herege, uma haste metálica com duas terminações pontiagudas parecidas com um garfo. Ela era presa por um cinto no pescoço do condenado, perfurando as regiões do maxilar e do peito. Não costumava levar o condenado à morte, mas servia como um castigo antes de uma eventual punição final



21 Fuzilamento

Com o surgimento das armas de fogo, entrou em vigor a morte por fuzilamento. Os condenados ficam de costas e recebem uma rajada de balas de metralhadoras ou outras armas de fogo. Bastante utilizado contra prisioneiros de guerra e durante revoltas no século 20, esse tipo de punição ainda existe em países como a China, onde os condenados têm os olhos vendados para não assistirem ao momento de sua morte



22 Garrote

Usado pela última vez na Espanha, em 1975, o "garrote" foi um instrumento de tortura no qual os condenados sentavam em uma espécie de banquinho e tinham o pescoço amarrado a um suporte de metal por uma peça de ferro. A peça era ajustada por presilhas e parafusos que, conforme eram apertados, sufocavam a vítima



23 Guilhotina

A chegada da Revolução Francesa trouxe uma nova forma de punição. Ignace Guillotin conseguiu que, em 1791, todos os condenados à morte na França tivessem a cabeça cortada. Apesar da pena cruel, a guilhotina, que entrou em uso nesse mesmo período, permitia uma morte rápida com o uso de uma lâmina suspensa que caía sobre o pescoço da vítima



24 Injeção letal

Na tentativa de humanizar o processo de pena de morte, os Estados Unidos criaram o método considerado mais indolor até os dias de hoje. A morte via injeção letal é rápida e aplicada ao condenado por etapas. Primeiro, é aplicada nas veias do réu uma substância que o deixa sedado, para só depois ele receber uma outra substância, que induz a uma parada cardíaca



25 Máscara da vergonha

Criada no século 15, a máscara da vergonha era usada por condenados que não cometeram crimes graves, mas que deveriam ser ridicularizados pela população. Geralmente, as máscaras eram feitas de metal e inspiradas nas figuras de determinados animais. Difamadores eram os principais alvos deste tipo de punição e, além da 'vergonha exposta', a pessoa poderia ser amarrada a um poste ou ser obrigada a usar o artefato por dias



26 Mesa de evisceração

A mesa de evisceração era um dos instrumentos de tortura mais cruéis do período medieval. O condenado era amarrado a um suporte de madeira e ficava abaixo de uma manivela que continha uma corda. O carrasco abria então um pequeno furo no abdômen do condenado e prendia a corda em uma de suas vísceras. Depois, a manivela era acionada lentamente - extraindo as tripas do condenado. O grau de crueldade da tortura dependia do carrasco: quanto mais lentamente ele acionava a manivela, mais longa e dolorosa a morte do condenado, que via suas tripas saindo do corpo



27 Pera

Destinada principalmente aos homossexuais, a pera era um parafuso que se expandia até uma determinada abertura máxima. O instrumento era introduzido na boca ou no reto das vítimas. No caso de blasfemos, era colocada na boca para puni-los por contar mentiras. No caso de homossexuais, era introduzido no ânus, para que o réu sentisse a dor atribuída às práticas do sexo entre homens



28 Purificação dos pés

Durante a inquisição, na Europa medieval, era comum a prática da purificação dos pés, que consistia em amarrar os pés do condenado em uma placa de madeira e queimá-los com uma tocha, com o objetivo de purificar sua alma. A vítima deste tipo de tortura geralmente era uma pessoa condenada por não acreditar em Deus ou praticar uma religião diferente do catolicismo. A prática também foi adotada sem o caráter religioso como forma de castigar escravos



29 Quebra-joelhos

O quebra-joelhos ou esmaga joelhos era uma das torturas aplicadas por povos da região do Sião, na Ásia, uma arma de confissão durante o julgamento do réu. instrumento formado por duas placas paralelas de metal ou madeira, unidas por duas roscas. Quando as roscas eram apertadas, pressionavam os joelhos até esmaga-los ou perfurá-los, já que o dispositivo, muitas vezes, era pontiagudo. O aparelho utilizado principalmente com relação a ladrões. A ferramenta de punição também foi empregada na Europa medieval



30 Rato na gaiola

Nesse tipo de tortura, um rato era preso em uma gaiola tendo como fundo a barriga do condenado, que estaria com o corpo completamente imobilizado e preso a alguma superfície. Aos poucos, os torturadores aqueciam o metal da gaiola e o rato, em seu desespero para escapar, começava a roer a barriga de sua vítima, na tentativa de passar 'por baixo' da gaiola e fugir do calor



31 Roda Alta

Durante o início da Idade Média, cometer crimes contra a ordem pública poderia resultar em uma punição nada agradável: a roda alta. O réu, nu, tinha os membros amarrados a uma roda de ferro ou madeira, que, conforme girava, destruía e quebrava seus ligamentos e ossos. Depois era abandonado para morrer em algum local público. Além dessa tortura, a roda ganhou outras variações de castigo. Em uma delas, a vítima era presa de costas junto à roda, que poderia girar sobre brasas ou objetos de perfuração



32 Serrote

O serrote era um instrumento de tortura bastante radical, usado por governantes durante o período medieval e moderno europeu. Neste castigo, o condenado era suspenso com os pés amarrados em correntes e depois era serrado ao meio. A posição de cabeça para baixo garantia que a vítima sangrasse menos e, assim, sentisse a lâmina do serrote pelo menos até o umbigo, quando geralmente perdiam a consciência



33 Touro de bronze

Método de tortura utilizado na Grécia Antiga, o touro de bronze era um dispositivo de metal que imitava a figura de um bovino. Ele era colocado em um fogaréu e, após ser aquecido, acabava cozinhando uma pessoa condenada, que estava presa em seu interior



34 Virgem de Nuremberg

A virgem de Nuremberg era uma prática de tortura alemã, que foi utilizada por diversos países europeus durante o período de Inquisição. Nesse tipo de condenação, o preso era colocado dentro de uma espécie de sarcófago com lâminas e pregos em seu interior. A caixa era fechada, machucando o condenado sem causar morte imediata. Ele permanecia ali por alguns dias até que finalmente morresse de hemorragia. O instrumento também ficou conhecido como 'dama de ferro'
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Fonte: https://noticias.bol.uol.com.br/bol-listas/conheca-instrumentos-de-tortura-usados-antigamente.htm