Almanaque umdoistres

Novembro 2021

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Olhem que legal...

No LINK abaixo, você faz um passeio de carro pela cidade que você escolher da lista, liga o som e vai aparecer a rádio local e vai        simbora por aí! Muito legal pra dar uma fugida sem sair do lugar. Em tempos de quarentena, nada mal, né?
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Conheça a história da Rural Willys

Concebida através do Jeep Willys militar, a Rural veio para atender tanto o público trabalhador quanto às famílias

A Rural Willys foi um dos primeiros SUVs que apareceram no mercado, primeiro nos EUA, em meados da década de 40

Nascida logo depois do fim da Segunda Guerra Mundial, a Willys Overland lançava nos EUA um novo automóvel para uso familiar, denominado de Station Wagon . Feita na mesma plataforma de 104 polegadas do Americar de antes da guerra e com generosas modificações de chassi, ela absolutamente tinha as pretensões de leveza e suavidade de linhas que o Victory Car ou Carro da Vitória.
O clássico da Willys tem estrutura e mecânica do Jeep , porém com uma carroceria não tão robusta quanto os tradicionais Jeep Willys bélicos. O novo carro de grandes dimensões, sendo 4,59 m de comprimento, 1,88 m de altura e 1,84 m de largura, garantia uma característica robusta, mas a sua estabilidade não era das melhores.

Linhas robustas da Rural foram inspiradas no Jeep Willys Militar


Rural Willys era valente e topava qualquer parada. Um SUV raiz, com tração integral e boa distância livre do solo

As linhas tradicionais de formas quadrangulares da Rural Willys começaram em 1945, quando foi projetada, graças ao trabalho do projetista de automóveis Brooks Stevens, o mesmo que desenhou o Aero Willys , produzido pela mesma companhia. Fabricado então pela Willys Overland na cidade de Toledo - Ohio, as Rurais foram baseadas no Jeep Willys militar de 1941. A Willys propôs ao engenheiro Delmar G. Roos, que ficasse com o cargo de principal projetista do Jeep militar, ficando responsável por cuidar do motor e mecânica do novo veículo, e também convidou o jovem designer industrial Brooks Stevens - nascido em 1911 na cidade de Milwaukee no estado de Wisconsin, próximo da indústria automobilística de Detroit - para cuidar da parte estética e funcional. Com a equipe estruturada, era o início de uma nova etapa no mundo dos utilitários com o lançamento em 1946 da caminhonete Willys Overland Station Wagon , um utilitário de uso misto que era fabricado com carroceria totalmente em aço, algo inovador para a época. Antes da década de 40, por causa do alto preço do aço, as caminhonetes eram montadas com carrocerias de madeira sobre chassi de carros de passeio, sendo conhecidas como " as Woods " (madeira, em inglês). Para baratear o orçamento, a Willys resolveu comprar uma fábrica de geladeira, aproveitando as prensas de estamparia para a lataria do novo projeto da Station Wagon . Um detalhe curioso, segundo fontes de sites especializados, é que as prensas tinham capacidade de repuxo máximo de seis polegadas (15cm) sendo que impossibilitaria o aplique de linhas mais arredondadas na carroceria. Seu motor era um 6 cilindros em linha movido a gasolina de 2,6 litros , cuja potência máxima era de 90 cv a 4.400 rpm , desempenho modesto, levando em consideração o seu peso de 1.500 Kg na versão 4x2.


Rural Willys fabricado no Brasil

Interior da Rural Willys é bem simples, apenas com o essencial, mas bem espaçoso para os ocupantes

Em 1952, é fundada a Willys Overland do Brasil. A Willys continuava importando veículos fabricados nos Estados Unidos. Neste mesmo ano, vinham as versões da Rural Willys , com motor de quatro e seis cilindros derivados do motor do Jeep. Dois anos mais tarde, a fábrica dava início a linha de montagem do veículo na cidade de São Bernardo do Campo - em São Paulo - e em 1956 saíam da linha de montagem os primeiros exemplares da Rural , ainda com motor importado. Um dos charmes da Rural Willys de 1956, já modelo brasileiro, eram as opções de cores entre a linha de cintura, denominado pelo nome de saia e blusa. Podia-se escolher entre a vermelha e branca, a verde e branca e por último a azul e brana. Para 1969, a Willys Overland do Brasi l colocou a versão básica e luxo e já no ano seguinte era introduzido o motor do Itamaraty, de 3,0 litros - seis cilindros em linha , como no motor antigo - de 132 cv a 4.400 rpm. A inauguração da nova fábrica de motores da Willys Overland do Brasil, em 1958, contou com a presença do então presidente Juscelino Kubitschek. Um ano depois, a Rural Willys ainda possuía a frente da versão americana. Em 1959, era adotado um motor nacional, fabricado na cidade paulista de Taubaté e logo depois a Rural tinha o índice de nacionalização de 100% de seus componentes, ganhando até uma nova frente que seria mantida até o final da produção, com o estilo do Aero Willys brasileiro. Além disso, a nova versão tupiniquim vinha com a introdução de novos para-lamas dianteiros, vidros inteiriços na frente e na traseira, substituindo os vidros bi-partidos, além de exclusivas sinaleiras traseiras. Fora o modelo Station Wagon , ainda era lançada a picape Jeep e a Rural com tração 4x2.

Série Luxo


Rural Willys também linha versão de luxo, com calotas cromadas, pintura de dois tons, entre outros itens

Em 1970, foi colocada no mercado nacional uma série especial da Rural, chamada de série Luxo , que era diferenciada das outras versões convencionais como o motor Willys 3000 (o mesmo do Ford Maverick ), pneus mais largos, diferenciais com relação mais longa de 4,09:1, espelhos retrovisores nas duas portas.Entre as diferenças também estavam incluídos outros itens, como extremidade dos para-lamas dianteiros com pequenas proteções metálicas, sistema de direção com amortecedor, detalhe das r odas especiais cromadas de maior largura e montados com pneus largos na medida 8.25-15 entre outros itens. Cinco anos depois vinha um novo motor Ford 2.3, de quatro cilindros, acoplado a uma caixa de câmbio de quatro marchas com relações mais reduzidas. Em 1975, ainda foram fabricadas as Rural com o velho motor Willys 6 cilindros BF-161 e também o novo motor Ford OHC 2.300 . Com o novo motor quatro cilindros, a Rural passa a ser montada exclusivamente com o novo câmbio de quatro marchas. Em 1977, era o fim da fabricação da Ford Rural Station Wagon . A versão picape com o nome de F-75 continuava a ser fabricada.

 

Fonte: https://carros.ig.com.br/2021-10-17/conheca-a-historia-da-rural-willys.html
 

Os 15 mais belos jardins do
Brasil e do mundo

Conheça alguns dos mais bonitos jardins do planeta que são abertos à visitação


Dos jardins zen japoneses à exuberância da Mata Atlântica, conheça alguns dos jardins mais bonitos do mundo
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Há milhares de anos, a humanidade cultiva flores em jardins para uso estético ou funcional. A jardinagem se tornou uma forma de arte, desde os jardins zen da tradição oriental até os exuberantes ocidentais com topiarias perfeitas.

Confira 15 dos jardins mais belos do Brasil e do mundo:

1. Kenrokuen, Kanazawa – Japão
Kenrokuen em Kanazawa é considerado um dos Três Grandes Jardins do Japão junto com Korakuen em Okayama e Kairakuen em Mito. O espaço foi construído ao longo de 200 anos a partir de meados do século 17.


Kenrokuen - Kanazawa - Japão

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2. Nong Nooch Tropical Botanical Garden, Pattaya – Tailândia
O Jardim Botânico Tropical de Nong Nooch é uma atração turística de 500 acres na província de Chonburi, Tailândia. É também um importante centro científico dedicado às cicadáceas, com seu próprio banco genético do gênero.


Nong Nooch Tropical Botanical Garden - Pattaya - Tailândia

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3. Jardim Botânico do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro
O ponto turístico é parada obrigatória para todo turista que vai ao Rio de Janeiro pela primeira vez. Fundado em 1808 por D. João, o espaço possui cerca de 83 hectares de Mata Atlântica preservada em meio à cidade.


Fonte das Musas - Jardim Botânico do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro
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4. Jardim Botânico de Curitiba – Paraná
O Jardim Botânico é o cartão postal da capital paranaense e foi inspirado nos jardins franceses. A famosa estufa metálica abriga espécies da fauna brasileira e uma fonte. Em destaque, uma atração inusitada: os visitantes podem percorrer uma trilha de 200 m de olhos vendados conhecendo com os outros quatro sentidos as plantas e as paisagens naturais.


Jardim Botânico de Curitiba - Paraná
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5. Keukenhof, Lisse – Holanda
Com cerca de 80 acres, Keukenhof é um dos maiores jardins de flores do mundo. Cerca de 7 milhões de bulbos são plantados a cada ano para uma floração espetacular na primavera, principalmente de tulipas.


Keukenhof - Lisse - Holanda
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6. Jardim Botânico Plantarum, Nova Odessa – São Paulo
Localizado no interior do estado de São Paulo, o Jardim Botânico Plantarum possui cerca de 80 mil metros quadrados de jardins temáticos e 4 mil espécies de plantas. Inicialmente, o local foi criado para ser um centro de pesquisa, mas hoje é aberto ao público para visitação desde 2011.


Jardim Botânico Plantarum - Nova Odessa - São Paulo
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7. Peggy Rockefeller, Nova York – Estados Unidos
Existem muitos jardins de rosas espetaculares ao redor do mundo, mas o Peggy Rockefeller no Jardim Botânico de Nova York é um dos mais emblemáticos. Possui mais de 650 variedades de rosas floridas durante a alta temporada de verão em diversos tipos, cores e cheiros diferentes.


Peggy Rockefeller - Nova York - Estados Unidos
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8. Instituto Inhotim, Brumadinho – Minas Gerais
Além de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea, o Instituto Inhotim abriga uma vasta coleção de espécies raras de diversos lugares do mundo.


Instituto Inhotim - Brumadinho - Minas Gerais
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9. Kew Royal Botanic Gardens, Kew – Reino Unido
Mais do que apenas um espaço verde, esta é uma instituição de pesquisa de renome internacional, com centenas de cientistas e de pesquisadores. Os jardins abrigam mais de 40.000 espécies de plantas, bem como dezenas de edifícios históricos, incluindo a Palm House da era vitoriana.


Kew Royal Botanic Gardens - Kew - Reino Unido
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10. Jardins de Versailles, Versailles – França
Uma lista dos mais lindos jardins não estaria completa sem mencionar os do Palácio de Versailles. Com quase 2.000 acres, o paisagismo atual é assinado por André Le Nôtre, encomendado por Luís XIV em 1661. Mais de 6 milhões de visitantes passeiam pelos jardins a cada ano.


Jardins de Versailles - Versalhes - França

11. Jardim Botânico de Brasília – Distrito Federal
O Jardim Botânico da capital brasileira foi previsto desde a construção da cidade, mas foi construído apenas em 1985. São mais de 500 hectares de vegetação típica do cerrado. O espaço também possui trilhas, playgrounds, áreas de piquenique, orquidários e um auditório.


Jardim Japonês - Jardim Botânico de Brasília - Distrito Federal
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12. Lago Negro, Gramado – Rio Grande do Sul
Este lago artificial é um dos pontos turísticos mais visitados de Gramado. Sua história, no entanto, é um pouco trágica. Em 1942, a região foi tomada por um incêndio que devastou a maior parte da vegetação local. Para controlar o fogo, os moradores abriram uma vala no solo e, posteriormente, a transformaram em um lago. A área ao redor foi reflorestada e ocupa quase 90.000 metros quadrados, onde é possível passear por jardins de hortênsias e azaleias.


Lago Negro - Gramado - Rio Grande do Sul
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13. Japanese Garden, Portland – Estados Unidos
O Japanese Garden em Portland, no estado de Oregon, é frequentemente referido como o mais belo jardim japonês fora do Japão. Executado em 12 acres de terra e construído após a Segunda Guerra Mundial, o local segue a tradição japonesa de criar um espaço tranquilo, onde se pode sentir a natureza.


Japanese Garden - Portland - Oregon - Estados Unidos

14. Amantikir Garden, Campos do Jordão – São Paulo
Um dos jardins mais novos desta lista, o Amantikir foi inaugurado em Campos do Jordão em 2007 e leva o nome de uma lenda indígena. Somando 60 mil metros quadrados, os 26 jardins temáticos representam um pouco da beleza natural de alguns países por meio de 700 espécies de plantas.


Amantikir Garden - Campos do Jordão - São Paulo

15. Majorelle Garden, Marrakech – Marrocos
O pintor francês Jacques Marjorelle passou quatro décadas cultivando este jardim em Marrakech. Famoso pela tinta azul vibrante que reveste as construções, os portões e os vasos, o jardim foi comprado por Yves Saint Laurent e Pierre Bergé em 1980.


Majorelle Garden - Marrakech - Marrocos

 

https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/noticia/2021/06/os-15-mais-belos-jardins-do-brasil-e-do-mundo.html

Corrida em alto-mar: os colossais
navios windjammers

Apesar de pouco inovadores, os últimos navios comerciais a vela
foram muito mais longe do que se imagina


Fotografia do gigantesco Preussen

Para um observador casual, em 1902, a era da vela parecia definitivamente encerrada. Navios a vapor já tinham cerca de 119 anos de existência — o primeiro, o Pyroscaphe, havia navegado pelo Rio Saône, França, em 1783. Ao longo do século anterior, inicialmente dotados de velas, abandonadas na década de 1880, eles haviam se mostrado capazes de navegar independentemente dos caprichos dos ventos. E, justamente por isso, conseguiam manter o prazo de entrega exigidos pelas muitas companhias marítimas.Foi nesse ano, no entanto, que o maior veleiro de todos os tempos foi criado: o colossal Preussen, com capacidade para quase 8,1 mil toneladas de carga, com um deslocamento (peso) total de 11.150 toneladas — mais de dez vezes superior ao peso dos maiores navios da era das Grandes Navegações.



Fotografia do gigantesco Preussen

O Preussen era um windjammer, o último modelo de navio a vela com relevância comercial. Foi uma resposta à era do vapor, o primeiro deles lançado 1875, o County of Peebles, fazendo uma rota da Grã-Bretanha à Índia. E uma grande resposta: em algumas rotas, eles só seriam aposentados depois da Segunda Guerra.O nome é uma piada: quer dizer algo como “entupidor de vento” (ou, sendo criativo, “engolidor de vento”), usado jocosamente pelas tripulações dos vapores. Com cinco mastros, que se estendiam até 68 metros acima do casco, e 147 metros de comprimento (caso do Preussen), eram uma visão memorável.E estavam longe de ser relíquias: eram feitos inteiros de metal e tinham, de fato, motores a vapor, que facilitavam manusear seu gigantesco velame. Com isso, podiam economizar em tripulação — 14 tripulantes bastavam para o bom funcionamento da embarcação — cerca de dez a menos de um vapor de tamanho similar, que carregava 1/3 de sua carga. A enorme vantagem na capacidade vinha do fato de o navio não precisar de um reduto para armazenar carvão e água doce para as caldeiras, o que ocupava um grande espaço nos vapores, reduzindo sua carga útil.


Fotografia do colossal Preussen depois de sua colisão

Eram também bem mais rápidos: o modelo alemão Herzogin Cecilie, de 1902, registrou 39 km/h — mais que o dobro de um navio a vapor. A velocidade, inclusive, condenaria o Preussen. Ele colidiu com um vapor que subestimou sua velocidade em 1910. Como a quantidade de carvão e água de um vapor dependia da distância percorrida, a vantagem dos windjammers era proporcional à distância coberta. Locais como Austrália, portanto, se tornaram alguns dos principais destinos. Com o tempo e a evolução dos vapores, os windjammers passaram a levar produtos não perecíveis cujo preço era muito baixo, como madeira e grãos, e a locais em que a rota não era considerada prioridade e os portos não tinham infraestrutura de abastecimento.

 

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/corrida-em-alto-mar-os-colossais-navios-windjammers.phtml

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