Almanaque umdoistres

Setembro  2012

Todas as publicações em  Almanaque umdoistres são de textos e imagens que circulam diariamente entre as milhares de Caixas de Entrada de grupos que compartilham e-mails entre si. O endereço umdoistres@umdoistres.com.br, desde 2003 faz parte de incontáveis Catálogos de Endereço no Brasil e exterior. Nada publicado aqui é de autoria de nossa equipe - salvo quando assinado.

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Roda de Samba em homenagem a VO em Assis.
http://www.youtube.com/watch?v=_iwx75e7_cg

Sambistas de Presidente Prudente invadem Assis e dão show.
http://www.youtube.com/watch?v=pFhmoF2iR00&feature=relmfu

Cachorrinho adora andar de carrinho. É um folgado!
http://www.youtube.com/watch?v=KedB5Vm9keE

Parece que quer falar que o bichinho quer conversar.
http://www.youtube.com/watch?v=cn-Ifw0TkQM

Isto sim é trabalho em equipe.
trabalho/em/equipe.video

Ele faz tudo por uma mamadinha.
tudo/por/uma/mamadinha.video

Mascar chiclete tem benefícios para a saúde bucal




De vilã a parceira, a goma de mascar mostra cada vez mais benefícios para a saúde bucal. A versão sem açúcar da guloseima já é apontada por especialistas como coadjuvante da dupla escova e fio dental, uma vez que auxilia na higienização dos dentes, por meio do atrito da mastigação.

Assim, naqueles dias em que a correria impede uma higienização bucal adequada, não é preciso hesitar para lançar mão do chiclete. A maioria das pessoas que faz isso apenas para melhorar o hálito não sabe que, além da goma ajudar a remover os resíduos dos alimentos que ficam na superfície dos dentes, ela estimula o fluxo salivar. Isso faz com que o risco de desenvolvimento da cárie seja diminuído.

O dentista Sigmar de Mello Rode, da Universidade Estadual Paulista, explica que após as refeições, principalmente após a ingestão de açúcares, o pH da boca é diminuído rapidamente (fica ácido), o que favorece o desenvolvimento da cárie dentária. “O estimulo ao fluxo salivar causado pelo consumo da goma de mascar sem açúcar logo após as refeições, pode neutralizar o pH bucal”, afirma.

Porém, Sigmar reforça que a escovação, o uso do enxaguatório e do fio dental são os métodos mais eficazes e principais para a higienização bucal. “A goma de mascar é uma ferramenta a mais para a higienização e não deve nunca substituir a escova e o fio dental”.

Combate contra cáries

Para quem se lembra da bronca do dentista e dos pais quando viam uma criança mascando chicletes, é difícil de acreditar que agora ele é considerado até um aliado no combate contra as cáries. Isso porque ao mascar uma goma o fluxo salivar é aumentado em até 10 vezes, em resposta aos estímulos gustativos do sabor e mecânico da mastigação.

Segundo Sigmar, essa saliva estimulada contém maior potencial remineralizante, ou seja, contém mais bicarbonato, cálcio e fosfato. “Com composição química diferente da saliva de repouso, a saliva estimulada consegue repor os minerais que são perdidos nos dentes diariamente, o que os torna menos suscetível ao desenvolvimento de cárie”, diz.

Tratamentos

Alguns dentistas resolveram ceder e utilizar a goma de mascar sem açúcar para tratamento de alguns casos.

- Xerostomia (ausência total da saliva)

- Mau Hálito – quando a origem do problema está relacionada ao aumento da produção de compostos malcheirosos pela boca, o aumento da salivação proporcionado pela goma é capaz de eliminar ou diminuir esses substratos.

- Problemas de abertura de boca: a utilização da goma de mascar neste caso pode ter um efeito fisioterápico facilitando a reabilitação da abertura normal da boca.

- Inflamação dos músculos da mastigação: o uso da goma pode ser benéfico para minimizar a inflamação e reduzir o edema (inchaço) restabelecendo a musculatura mastigatória e auxiliando na recuperação dos movimentos mandibulares.

- Bruxismo: pode ser adequado o uso de uma goma de mascar para facilitar a diminuição de períodos de tensão e estresse que contribuem para o aparecimento do hábito de ranger os dentes conhecido como bruxismo (hábito noturno) ou briquismo (hábito diurno).

“Esses tratamentos devem sempre ser orientados por um profissional”, diz o dentista Hugo Roberto Lewgoy, consultor científico.

Reflexão

Aula de Direito

Uma manhã, quando nosso novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Juan estava desconcertado.
Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estávamos assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados porém pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começávamos a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferençar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém... respondam a esta pergunta:
agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguém fez nada a respeito?
Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para pratica-las?
- Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar  quando presenciar uma injustiça. Todos.
Não voltem a ficar calados, nunca mais!
- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.


 

 Fazer 30 ou 60 minutos de exercício tem o mesmo efeito



Segundo um estudo dinamarquês, trinta minutos de exercícios diários são tão efetivos na redução de peso e de massa corporal quanto 60 minutos.

A pesquisa, feita por especialistas acaba de ser publicada na revista científica “American Journal of Physiology”.

Durante 13 semanas, a equipe da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde (Universidade de Copenhague) monitorou 60 homens obesos, porém saudáveis, que tentavam melhorar sua condição física.

Enquanto se exercitavam, os dois grupos usavam um medidor de batimentos cardíacos e um contador de calorias onde metade dos participantes seguiu um programa de uma hora de exercícios diários e a outra metade fez apenas meia hora de exercícios.

Os resultados do experimento surpreenderam a equipe dinamarquesa: em média, os participantes que fizeram 30 minutos de exercícios diários perderam 3,6 quilos em três meses. Os que fizeram uma hora de exercícios, no entanto, perderam apenas 2,7 quilos.

Os participantes queriam mudar seu estilo de vida com a ajuda dos exercícios, e durante o período de duração do estudo, foram acompanhados de perto por especialistas em saúde interessados em questões como o equilíbrio energético, resistência à insulina e presença de hormônios no sangue.

Etnólogos também participaram do estudo para tentar entender as barreiras culturais associadas ao exercício e à mudança em hábitos arraigados.

Em outro estudo britânico noticiado recentemente pela BBC Brasil, pesquisadores da University College de Londres concluíram que fazer duas horas e meia de exercícios moderados por semana, mesmo quando a pessoa adota a prática na meia idade (entre os 40 e os 50 anos de idade) já é suficiente para proteger a saúde do seu coração.

Terçol, o que é e como evitá-lo?



Terçol é uma inflamação nas glândulas de Zeis e Mol, e que geralmente aparece na borda da pálpebra (próimo dos cílios).

Ele aparece como uma saliência vermelha, dolorida e quente, semelhante a uma espinha. Essas características são típicas de infecção provocada por bactérias.

Em geral, o terçol drena e desaparece espontaneamente. Um terçol pode se tornar um calázio – quando uma glândula de óleo inflamada fica totalmente bloqueada. Essa inflamação, porém, não é provocada por bactérias.

Mas fique atento porque outros sintomas do terçol incluem: olho lacrimejante, sensação de areia e coceira nos olhos como se ele tivesse um corpo estranho e sensibilidade à luz.

O médico pode diagnosticar um terçol apenas pelo exame físico.

De maneira nenhuma deve-se espremer o terçol, que deve secar sozinho, sendo assim oftalmologista irá decidir se o terçol, quando muito grande, precisa ser lancetado para drenar a infecção.

Por que nos interessamos por fofocas?

O fato de fofocarmos não gera um conforto nem mesmo nas redes sociais, onde são condenadas fortemente e diga-se de passagem que ser chamado de fofoqueiro é uma grande ofensa para qualquer um.

Quando ouvimos duas ou mais pessoas fofocando, vamos ser sinceros e admitir que é MUITO difícil não prestar atenção. Mas antes que você se sinta culpado pelo tal relato á vida alheia, saiba que há uma explicação científica para tal ação.

Recente a Universidade de Northeastern, em Boston, realizou um estudo e descobriu não só que o nosso subconsciente valoriza a fofoca, como nossa mente e nossos olhos prestam atenção particular quando estão em jogo informações negativas.

O experimento/estudo funcionou assim: primeiro, os voluntários viram fotos de algumas pessoas, e receberam uma informação sobre elas. A informação podia ser positiva, negativa ou neutra, e o assunto podia ser social ou não. Por exemplo, “ele jogou uma cadeira em seu colega de classe” seria uma declaração social negativa, enquanto que “ela desenhou as cortinas da sala” seria uma informação neutra e não social (não trata de algo que ela tenha feito com outra pessoa).

Depois, os pesquisadores mostraram duas imagens simultaneamente aos voluntários usando um estereoscópio, sendo que cada olho via uma imagem diferente. Enquanto um via a foto de um objeto, ao outro era mostrado o rosto de uma dessas pessoas. Então, eles precisavam dizer qual delas estavam vendo e por quanto tempo. Quando cada olho vê uma imagem, ocorre a chamada rivalidade binocular e o cérebro acaba precisando alternar entre as duas ao decidir em qual vai prestar mais atenção e qual irá ignorar.

Um grupo de pesquisadores, liderado pela neurologista Lisa Feldman-Barrett, descobriu que os voluntários viam por mais tempo a imagem de pessoas de quem tinham ouvido fofocas sociais negativas. O mesmo não ocorreu quando eram mostradas imagens de quem estava associado a uma informação positiva ou neutra. Nem quando se tratava de uma informação negativa, mas não de natureza social como por exemplo “ele teve que fazer um tratamento de canal”.

Isso levou os pesquisadores a acreditar que a fofoca social negativa pode desencadear algum tipo de mecanismo de proteção dentro de nós. Nosso cérebro está sempre procurando informações que possam ajudar a nos proteger de indivíduos potencialmente perigosos que poderiam nos prejudicar no futuro. Quando nos concentramos mais no rosto de uma pessoa que sabemos ser má, nosso cérebro pode estar tentando estudar e reunir mais informações e se colocando em alerta para que nos lembremos de ter cuidado com ela no futuro.

Vamos relembrar algumas imagens engraçadas e interessantes que circulavam pela internet em 2003, quando o umdoistres entrou na Web.