Almanaque umdoistres

Setembro 2021

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Confira os mais mais do mundo todo. Muito interessante e muita informação.
 

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Olhem que legal...

No LINK abaixo, você faz um passeio de carro pela cidade que você escolher da lista, liga o som e vai aparecer a rádio local e vai        simbora por aí! Muito legal pra dar uma fugida sem sair do lugar. Em tempos de quarentena, nada mal, né?
     driveandlisten.herokuapp.com   

Interior de São Paulo:
18 cidades incríveis que você precisa conhecer!

 O estado de São Paulo é enorme. O tamanho da população é igual ao da Argentina e maior que a do Reino Unido em área territorial. São 645 municípios. Há belas praias no litoral norte e sul de São Paulo. Já o interior tem diversos atrativos que proporcionam muito contato com a natureza, belas paisagens e ótima gastronomia. Separamos 19 cidades do interior de São Paulo que você precisa conhecer.



1. Águas de Lindóia
Nosso passeio pelo interior de São Paulo começa em Águas de Lindóia, uma famosa estância hidromineral que integra o Circuito das Águas Paulista. Um ótimo lugar para relaxar em banhos com água de rico potencial curativo, comprovado cientificamente por órgãos internacionais. Seu extenso lençol freático proporciona a produção de água mineral potável, sendo responsável pelo fornecimento de 60% da água mineral do país. A cidade tem ótima infra-estrutura turística e está a 160 km da capital. Uma ótima pedida para curtir a família é o Villa di Mantova Resort. Outras boas opções são o Hotel Fazenda M1, a Pousada Morro Verde e o Grande Hotel Glória.




2. Atibaia
A terra do morango é uma estância climática. A cerca de 50 km da capital, Atibaia atrai por seu clima de serra e sua beleza natural. Da Pedra Grande saltam aventureiros de asa delta e paraglider. Durante a Festa das Flores e a do Morango, milhares de turistas invadem a pacata cidade. Para quem quer fugir do caos da capital uma boa referência é se hospedar no Bourbon Atibaia Resort ou no Tauá Hotel e Convention, dois dos melhores resorts do Brasil.



3. Barra Bonita
Aqui o grande atrativo é contato com o rio Tietê. Bem diferente da paisagem feia na capital paulista, o rio em Barra Bonita é limpo permitindo a pesca, a canoagem e passeios de barco. Falando em barco, esta é a principal atração turística da cidade. Por algumas horas o visitante pode desfrutar de uma tranquila navegação pelo rio Tietê e conhecer a eclusa mais antiga da América Latina. O Hotel Estância Barra Bonita é um dos mais procurados na cidade.



4. Boituva
Se Brotas é capital radical, Barretos do rodeio, Boituva é a capital paulista do paraquedismo. Quem tem coragem pode fazer um rápido curso e saltar de paraquedas a mais de 3.000 metros de altitude. Boituva também é conhecida pelos belos voos de balão. Os hotéis Boituva Inn – Your Hotel e Toyo Inn estão entre os mais procurados na cidade.



5. Botucatu
Fundada em 1720, no início era chamada de Ybytu-Katu, que significa em tupi “bons ares”. Centenas anos depois é pelos bons ares e a bela natureza que Botucatu atrai os turistas, principalmente os mais radicais. A região oferece várias opções como cachoeiras, trilhas e o turismo rural. Em meio a montanhas o visitante pode curtir escalada, canyoning e trekking, com destaque para o belo mirante da Pedra do Índio. Boas dicas de hotéis no centro de Botucatu são o Riellis Center Hotel e o Excellence Plaza Hotel.



6. Brotas
Podemos definir esta estância turística como a capital da adrenalina no interior de São Paulo. Brotas é um lugar para se aventurar em cachoeiras, corredeiras, arvorismo e trilhas. A preservação de recursos naturais é um dos pontos altos da região que retém uma grande parcela de mata nativa (cerrado e Mata Atlântica), abrigando uma considerável biodiversidade animal e vegetal. A 235 km da capital, Brotas tem grande infra-estrutura turística e bons hotéis, como Recanto Alvorada Eco Resort e Villa Cassorova.



7. Campos do Jordão
No meio da Serra da Mantiqueira fica o mais famoso destino de inverno de São Paulo. Campos do Jordão tem um estilo europeu repleto de restaurantes e atividades para pessoas de todas as idades. É muito bom curtir o seu centrinho badalado no Capivari, se refugiar nas montanhas ou caminhar num trilha no meio da área verde. Veja 21 dicas imperdíveis de passeios em Campos do Jordão e as dicas para escolher o seu hotel em Campos do Jordão. A cidade fica a 173 km da capital.


8. Cunha
Nosso giro pelo interior de São Paulo segue no Vale do Paraíba, em meio à Mata Atlântica, onde chegamos a Cunha. Esta bucólica cidade tem paisagens incríveis e muito verde para o turista desfrutar. Um ótimo lugar para fazer trilhas e curtir cachoeiras. Para conhecer um pouco da história local, o visitante pode percorrer “O Caminho do Ouro”, que abriga paisagens exuberantes, incluindo a vista panorâmica do litoral de Parati. Cunha é famosa também pela cerâmica artística e pela culinária, especialmente pelo pinhão. Há muitas pousadas charmosas na cidade, como a Colar de Ouro, Viajantes do Tempo, Candeias, Cheiro da Terra e Vale dos Sonhos.



9. Ilha Solteira
Outra cidade imperdível do interior paulista é Ilha Solteira. Devido à sua localização geográfica, rodeada por rios e lagos, é um ótimo lugar para curtir praias fluviais, pesca esportiva, esporte náuticos e muito contato com a natureza. A 674 km da capital, a cidade fica no encontro dos rios Tietê e Paraná e faz divisa com o Mato Grosso do Sul. Boas opções de hotéis na cidade são Hotel Urubupungá e o Bella Vista Park Hotel.



10. Itu
Itu, a 100 km da capital, foi imortalizada e ganhou fama como Cidade do Exageros na interpretação do humorista Simplício, da Praça da Alegria. O turismo se faz com a fama e no centro da cidade é possível encontrar orelhão, lápis, semáforo e até caixa eletrônico gigantes. Além dos exageros e da boa gastronomia, com destaque para famoso bife à Parmegiana, Itu é considerada berço da República por ter sediado, em 1873, a primeira Convenção Republicana do Brasil e também abriga o importante Parque Geológico do Varvito. Há diversas opções de hotéis em Itu, entre eles o Novotel Itu Golf & Resort, San Raphael Country Hotel, Itu Plaza Hotel, Gandini Hotel, Hotel Fazenda Brisa e a Fazenda Capoava.



11. Holambra
Holambra leva este nome devido a forte influência da imigração holandesa. A belíssima cidade, a 130 km da capital, é famosa pela grande produção de flores ornamentais e pela Expoflora, a maior feira de flores da América Latina. Holambra atrai por sua cultura, gastronomia, tradições e arquitetura típica da Holanda. Há várias opções de hotéis ótimas na cidade, como a Pousada Chácara Vivalli e o famoso Rancho da Cachaça.



12. Olímpia
No norte do estado de São Paulo, Olímpia atrai mais de 2 milhões de visitantes por ano por causa de suas águas termais. A cidade conta com dois parques aquáticos, Thermas do Laranjais e Hot Beach. Além de relaxar nas águas quentes, há outras atrações para os turistas, como o Vale do Dinossauro. A cidade conta com diversos hotéis, destaques para Hot Beach Resort, Enjoy Olímpia Park Resort e Wyndham Olímpia Royal. Conheça todos os detalhes de Olímpia, a cidade dos parques aquáticos e águas termais no interior de São Paulo, a 450 km da capital paulista. O aeroporto mais próximo é o de São José do Rio Preto. O governo federal já autorizou a construção de um aeroporto em Olímpia.



13. Presidente Epitácio
Um lugar com praia, mas tão longe do Oceano. Presidente Epitácio fica a 646 km dia capital e tem como o principal atrativo o contato direto com o Rio Paraná. Na cidade é possível curtir diversas praia fluviais e se deliciar com pratos a base de peixes. O local também é reconhecido como o melhor pôr do sol da região. Quando o sol lá se esconde o céu fica com um maravilhoso colorido. Para chegar até lá, o aeroporto mais próximo é do Presidente Prudente e é possível se hospedar na Associação Sabesp.



14. Ribeirão Preto
Uma das cidades mais ricas do Estado impulsionada pelo agronegócio, Ribeirão Preto é conhecida como a Califórnia brasileira. O calor se faz sempre presente e um chopp gelado é melhor pedida. A cidade tem vários atrativos, como museus, teatros, parques, cachoeiras e jardins. Para aproveitar tudo isso, reserve sua hospedagem no TRYP Ribeirão Preto, Hotel Mont Blanc, Hotel Royal Tulip Transamerica Prime, Wyndham Garden ou Araucaria Plaza.



15. Águas de São Pedro
Águas de São Pedro a 190 km da capital integra o Circuito Serra do Itaqueri e abriga muitos atrativos naturais com belíssimas paisagens, cachoeiras, fazendas e parques ecológicos que oferecem aos seus visitantes muitas opções de lazer. Quem curte aventura pode aproveitar voos de asa-delta e parapente, rapel nas cachoeiras e trilhas off-road. Boas dicas do hotéis na região são o Hotel Estância e o Hotel Fazenda São João. A cidade ao lado de São Pedro também tem belos atrativos e um bom lugar para ficar o Hotel Fazenda Colina Verde.



16. São Roque
Bem pertinho da capital fica uma cidade acolhedora e repleta de atrações. Na Terra do Vinho é na montanha que tem o sue principal atrativo para às famílias. O Ski Mountain Park é um parque de diversões que conta com teleférico e pista de esqui artificial. Além disto, São Roque é conhecida por seu restaurantes e boas hospedagens, destaque para o cinco estrelas Hotel Villa Rossa.



17. Serra Negra
Um dos destinos preferidos dos casais apaixonados. Em meio às montanhas e com clima incrível, Serra Negra atrai por sua beleza natural, gastronomia e aconchego. A estância hidromineral fica a 142 km da capital e pertence ao Circuito das Águas Paulistas. A cidade também é grande polo de malharias e tem um passeio legal de teleférico. Para aproveitar a cidade muitos escolhem pousadas charmosas como a Shangri-la. No centro, uma boa pedida é o Hotel Montana Serra Negra.



18. Socorro
Ainda no Circuito Turístico das Águas Paulista, Socorro fica a 130 km de São Paulo e atrai por sua beleza natural. Em meio a rios, cachoeiras e montanhas, Socorro é um tradicional destino para quem gosta de curtir áreas verdes ou o esporte radical. Um passeio à Gruta do Anjo é imperdível. Aproveite para se hospedar no Hotel Recanto da Cachoeira ou no Village Montana.



É claro que outras cidades encantadoras e com muitos atrativos ficaram de fora da lista.

Fonte: https://www.melhoresdestinos.com.br/cidades-interior-sao-paulo.html

Mobilidade em duas rodas:
A história da bicicleta em 10 momentos marcantes

Com rodas grandes, assimétricas ou revestidas com pneus, as bicicletas são um meio de transporte bastante popular há décadas



Esse veículo de propulsão humana que hoje briga por espaço nas ruas das cidades, nasceu antes do carro. No início era apenas lazer, mas depois da devastação que as duas grandes guerras deixaram, especialmente na Europa, a bicicleta passou a ser vista como meio de transporte. E o ciclismo transformou-se também em importante esporte. A partir do final dos anos 1960, com o crescimento do movimento da contracultura americano e a crise mundial do petróleo, ela foi reconhecida como uma possibilidade de locomoção ecológica. A seguir, sua história:

1. Anos 1810 - Draisiana


Nasce na Alemanha a draisiana, uma bicicleta sem pedais. Feita de madeira, tinha guidão, um rudimentar sistema de freios e até ajuste de altura do selim para poder ser usada por pessoas de várias estaturas. Para fazer o brinquedo se movimentar era só apoiar os pés no chão, sair andando ou correndo e, assim que se chegasse ao equilíbrio, levantar os pés. O barão Karl von Drais (daí o nome) patenteou a ideia em 12 de janeiro de 1818.


2. Anos 1860 - Velocípede



Pierre Michaux, um carroceiro de Brunel, na França, redesenha a draisiana e cria um quadro de ferro e um sistema de propulsão por alavancas e pedais nas rodas dianteiras. Ele presenteia o filho de Napoleão III com um modelo, o que abre as portas comerciais. Na mesma época, outro francês, Pierre Lallement, diz ter inventado antes o mesmo velocípede. Lallement se muda para os Estados Unidos e patenteia seu invento em 1866. Ao mesmo tempo, surgem as rodas com aro de aço, freios e tração traseira por corrente.

3. Anos 1870 - Roda gigante



James Starley, um inglês apaixonado por máquinas, repensa o velocípede e cria um modelo diferente, feito de aço, com a roda cheia de raios, pneus de borracha maciça e um sistema de freios inovador. Tinha a roda dianteira bem maior que a traseira, o que fazia dela a máquina de propulsão humana mais rápida. Como os pedais eram fixos no eixo da roda, quanto maior o diâmetro, maior a distância percorrida e também a velocidade a cada pedalada. As rodas eram fabricadas com base na medida das pernas do proprietário.

4. Anos 1880 - Pneus



A primeira bicicleta com pneus e de John Boyd Dunlop. As bicicletas até aqui pecavam pela falta de conforto e pela dificuldade que as pessoas sentiam em manter-se estáveis sobre elas. As rodas diminuem, e com isso a sensibilidade aos buracos da rua e irregularidades do chão aumenta. O escocês John Boyd Dunlop cria então uma câmara de ar para as rodas da bicicleta do seu filho em 1888. Isso e o domínio da tecnologia na transmissão por corrente tornam a condução da bicicleta suave e mais fácil, o que populariza o seu uso.


5. Anos 1890 - Segurança

É a grande evolução do design. Aqui surge o quadro trapezoidal, usado até hoje. A configuração com duas rodas de mesmo tamanho e o ciclista pedalando entre elas traz segurança e facilidade ao deslocamento. Além disso, surgem os primeiros modelos de alumínio, três vezes mais leve que o aço. A uniformização da produção das rodas e dos tubos transforma a bicicleta em um meio de transporte simples, eficiente, seguro e barato. Assim começa sua popularização.


6. Anos 1900-1940 - Ciclismo esportivo

Enquanto os Estados Unidos estão em construção e com espaço para absorver o carro, a Europa segue devastada após duas guerras. Assim, os países europeus adotam políticas de transporte de massa e uso racional do espaço, tornando a bicicleta um meio de transporte. Nesse período surgem os primeiros modelos com freio, marcha e cubo com roda livre, o que permite continuar em movimento quando o ciclista para de pedalar. O ciclismo esportivo se torna popular.



7. Anos 1950-1960 - Mountain bike




A bicicleta começa a perder espaço para as motocicletas e vespas, e a indústria passa a fabricar modelos com formas parecidas com as das motos. O americano James Finley Scott modifica a sua para andar em trilhas e subir montanhas. Assim surge, em 1953, o primeiro esboço da mountain bike, que vira febre algumas décadas depois. Nesse período, a bicicleta se populariza entre as crianças e ganha ares de brinquedo.


8. Anos 1970-1980 - BMX



Nasce nos Estados Unidos a BMX, um modelo que vira febre mundial, o maior desejo das crianças e que torna a bicicleta uma nova possibilidade para o esporte e lazer. Nessa época também surgem os primeiros movimentos pró-bicicleta como alternativa de transporte ecologicamente correto e ideal para a saúde. A mountain bike melhora o design para ficar mais leve e resistente e vira uma febre em vários países. No Brasil é o modelo predominante.


9. Anos 1990-2000 - Tecnologia



A tecnologia vira a maior aliada das bicicletas, que passam a usar o que existe de mais moderno em nome de performance e segurança. O ciclista pode finalmente fazer o que quiser com a sua bike, inclusive tudo aquilo que sonhava quando era criança. Surgem os modelos levíssimos, feitos com fibra de carbono, mesma tecnologia usada nos carros de corrida, freio a disco, câmbio eletrônico com a transmissão feita sem cabos.

10. Anos 2010 - Mobilidade



A bicicleta como meio de transporte passa a fazer parte do repertório mundial. Por isso, os modelos dobráveis e as elétricas ou com pedaladas assistidas ganham as ruas. A geometria flat foot também é um avanço nesse sentido, pois boa parte das pessoas tem medo de usar a bicicleta por não conseguir colocar os pés no chão quando parada. A americana Electra desloca a caixa de movimento central para a frente, assim a perna do ciclista fica esticada ao pedalar e ele pode apoiar o pé no chão sem descer do selim.

 

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/mobilidade-em-duas-rodas-historia-da-bicicleta-em-10-momentos-marcantes.phtml

 

          

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