Almanaque umdoistres

Dezembro 2021

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Os símbolos do Led Zeppelin

O significado dos quatro símbolos que aparecem no álbum “Led Zeppelin IV”. Disco foi lançado sem qualquer tipo de identificação ou título, tendo apenas quatro desenhos representando cada um dos integrantes

Lançado em 8 de novembro de 1971, “Led Zepellin IV” traz não só apenas algumas das músicas mais icônicas do Led Zeppelin: o disco apresenta os próprios ícones da banda. Foi nesse álbum que os integrantes usaram pela primeira vez os quatro símbolos que se tornaram fortemente associados a cada um deles, com significados bastante misteriosos e até místicos. O disco todo é cercado por essa aura de mistério. Originalmente, “Led Zepellin IV” não tem um título e só é chamado dessa forma porque é a sequência dos três álbuns anteriores da banda. A capa, que contém uma pintura do século 19 fotografada em frente a uma construção parcialmente demolida, não apresenta nenhum nome ou inscrição para identificar o grupo.



Essa foi a forma que o Led Zeppelin encontrou para responder a críticas feitas durante o lançamento de “Led Zeppelin III” (1970). Na ocasião, alguns jornalistas chegaram a afirmar que o grupo estava acomodado em seu sucesso, pois saibam que qualquer coisa lançada com o nome Led Zeppelin seria um sucesso de vendas. Por isso, o próximo álbum saiu sem o nome da banda – e sem título. A ideia era provar que a música deles era a única coisa que importava.

Os quatro símbolos do Led Zeppelin

A ideia de enfrentar a crítica com esse “silêncio textual” foi do guitarrista Jimmy Page, que ao mesmo tempo pensou em uma forma de identificar a banda. Inicialmente, ele queria definir um símbolo que servisse para todo o Led Zeppelin, como uma novo logo, mas a ideia se individualizou: cada integrante teria sua própria marca registrada, que poderia ser escolhida da forma que quisessem.


Os símbolos do Led Zeppelin

John Paul Jones

O baterista John Bonham e o baixista John Paul Jones recorreram a um livro chamado “Book of Signs”, escrito por Rudolf Koch, contendo símbolos das mais variadas épocas e significados. John Paul Jones escolheu três vesica piscis formando um triângulo – também chamado triquetra – sobreposto por um círculo, que segundo o livro, trazia o significado de confiança e competência.

O símbolo de John Paul Jones



John Bonham

John Bonham, por sua vez, escolheu o chamado nó borromeano, composto por três círculos entrelaçados. De acordo com o livro de Koch, a imagem era usada como uma representação da Santíssima Trindade, em uma referência a família. Esse era um dos significados para o baterista, que também se divertia com o fato de que, virado de cabeça para baixo, tornava-se a logo da cervejaria Ballantine.


O símbolo de John Bonham





Robert Plant

Os outros dois integrantes do Led Zeppelin acabaram preferindo criar seus próprios símbolos ao invés de recorrer a imagens prontas.
O vocalista Robert Plant trouxe uma pena emoldurada por um símbolo, atrelando a ele significados místicos. Em ocasiões diferentes, Plant atribuiu o logo à lendário civilização perdida de Mu, bem como à deusa egípcia Maat, relacionada à justiça.

O símbolo de Robert Plant





Jimmy Page

O criador da ideia, Jimmy Page, elaborou o mais misterioso dos símbolos. Ele lembra as letras “ZoSo” e é referido por muitos dessa forma, embora o guitarrista negue que isso tenha alguma relação com o significado. Page nunca revelou o rela contexto da imagem. Reza a lenda que ele teria comentado sobre o assunto apenas uma vez com Plant, que misteriosamente “esqueceu” do que se tratava. Especulações não faltam: há quem associe o símbolo de Jimmy Page a um grafismo que representava o planeta Saturno em um livro do século 16, o que pode fazer algum sentido. O guitarrista do Led Zeppelin sempre foi um estudioso das antigas ciências ocultas e mistérios de sociedades secretas.

O símbolo de Jimmy Page




O quinto símbolo

Pouca gente sabe, mas além dos quatro símbolos que representam os integrantes do Led Zeppelin, há ainda uma quinta imagem, usada para representar Sandy Denny. A vocalista do Fairport Convention faz um dueto com Robert Plant na música “The Battle of Evermore”. O símbolo de Sandy, que aparece como um asterisco, é formado por três triângulos com a ponta para baixo. Há uma relação estética com as imagens de John Bonham e John Paul Jones. Não se sabe se ela escolheu sua identificação ou se foi dada a ela, mas é de conhecimento comum que os três triângulos a representam.

O símbolo de Sandy Denny

O uso dos símbolos

Os símbolos de “Led Zeppelin IV” se tornaram muito associados à banda como um todo, não somente ao álbum. São frequentemente usados em camisetas e outros itens de merchandising relacionados ao grupo. Os músicos utilizaram as imagens na turnê de divulgação do disco: Jimmy Page e Robert Plant as colocaram em seus amplificadores e caixas de som, enquanto John Paul Jones posicionou a dele no tampo de seu piano elétrico e John Bonham, no bumbo de sua bateria. Após a tour em questão, que percorreu o Reino Unido em 1971, apenas Page e Bonham continuariam a usar seus símbolos, nos mesmos lugares. Plant e Jones não voltariam a referenciar as imagens pessoalmente.


Fonte: https://igormiranda.com.br/2021/11/led-zeppelin-iv-simbolos-significado/

Rolls-Royce: os modelos
de luxo e sua história
 

Falar em Rolls-Royce é mencionar o ultra luxo em sua essência, personalificada pela imagem do misterioso “Spirit of Ecstasy”, que domina o grande radiador cromado da marca inglesa. Símbolo de status, a Rolls-Royce é a marca de carros mais exclusiva do mundo. Raros nas ruas do Brasil e da maioria dos lugares, mesmo em países ricos, um carro da Rolls-Royce, seja antigo ou novo, mexe com as pessoas.



Para a Rolls-Royce, cada carro é uma obra de arte individual feita à mão. Isso requer a melhor pintura, a madeira da mais elevada qualidade e os metais, preciosos ou semipreciosos, dependendo do cliente, para que tenha a personalidade própria. Com tempo de produção de 450 horas de intervalo entre um carro e outro, o sofisticado e silencioso complexo de Goodwood, no sul da Inglaterra, é considerado no Reino Unido de última geração.



Na Rolls-Royce Motor Cars, ostentam os modelos Phantom, Phantom Extended, Ghost, Ghost Extended, Culinan, Wraith e Dawn.
Basicamente, podemos traduzi-los como sedã topo de linha e sua variante longa, sedã intermediário e sua variante longa, SUV, cupê-esporte e conversível. Com cinco linhas de produtos, a Rolls-Royce ainda tem customização como o Black Badge, por exemplo.



Existem setores internos dedicados a fazer desde um revestimento têxtil único no mundo até forjar metal ou lapidar uma joia de muitos quilates no próprio carro. Por isso, um carro novo da Rolls-Royce não demora horas para ser feito, mas meses, como a construção de um grande jato executivo ou um mega iate de centenas de milhões de euros.



Custando a partir de £ 380 mil no Reino Unido, ou R$ 2,9 milhões, um carro da Rolls-Royce praticamente nunca é vendido pelo preço sugerido. O motivo é a quantidade de itens de customização que os clientes acabam por escolher. Com rodar extremamente macio, motor V12 muito potente, silêncio a bordo reconhecível e conforto inigualável, os carros da Rolls-Royce possuem diversas peculiaridades e extravagancias.

Rolls-Royce – história



O passado da Rolls-Royce é ligado ao prestígio do Império Britânico, no início do século XX, que dominava o mundo não só militarmente, mas também economicamente e culturalmente. Essa história de luxo e status, começou no dia 4 de maio de 1904, no Hotel Midland, em Manchester. Charles Stewart Rolls, um aristocrata galês, amante de corridas de carro e aventureiro aeronáutico, conheceu o 1º Baronete Sir Frederick Henry Royce.

Este era um engenheiro eletricista que havia desenvolvido versões elétricas de outros fabricantes. Sendo eles De Dion – famoso pelo conceito de suspensão do Honda Fit AWD – e Decauville, fabricante francês que fazia também mini-locomotivas usadas em fazendas do Brasil.



Com a disposição de Rolls em apostar nos carros, assim como de Royce, a nova empresa ainda teria a participação importante de Claude Goodman Johnson. Desconhecido por muitos, ele se descrevia como o hífen do nome da empresa: Rolls–Royce.

Rolls-Royce – modelos antigos



Iniciando a produção em 1906, então Rolls-Royce Limited começou fazendo os modelos 40/50, mas Goodman batizou o novo carro de Silver Ghost, como se fosse um iate de tão luxuoso para a época. Em 1921, a Rolls-Royce chegou aos EUA para fabricar carros de luxo, com o Ghost (apelidado da Springfields Ghost) e Phantom. Quase 3 mil carros foram feitos em 10 anos de existência da Rolls-Royce of America.
Já nos anos 20, a Rolls-Royce descobriu por si só que seu legado seria sempre aristocrático ao fracassar em vender carros para clientes que não tinham motoristas.

Este foi o caso do Rolls-Royce Twenty, um modelo pequeno, cujos donos tinham condutores particulares. Nos anos 30, a Rolls-Royce se envolveu na compra da Bentley, a marca oficial da Família Real, unindo os portfólios.
Nessa mesma década surgiu o Wraith, um modelo feito para receber carrocerias de fabricantes independentes e famoso num seriado de TV.



Com a Segunda Guerra, a Rolls-Royce voltou-se para a aeronáutica e carros de luxo voltaram em 1949, com o Silver Dawn, que “substituiu” o Wraith dos anos 30, sucedido pelos Silver Cloud. O Wraith, contudo, continuou a ser produzido após a Segunda Guerra.
Um deles, com carroceria conversível da Muliner, é visto geralmente no dia 7 de setembro em Brasília, em uso pela Presidência da República, presente da Rainha Elizabeth II.



Os modelos Phantom IV, V e VI mantiveram as linhas clássicas dos anos 30, sendo o último feito de 1968 a 1992, mas com apenas 374 feitos. Por isso o Wraith da presidência do Brasil tem aquele estilo dos anos 30, apesar de ter sido feito em 1953. Já o sucessor do Cloud, o Silver Shadow, foi feito em Crewe, na fábrica da Bentley. Então, nos anos 80, surgiu o Silver Spirit, com linhas mais retilíneas.



Paralelamente, existiu o Rolls-Royce Corniche, em carrocerias cupê e conversível, assim como a perua Silver Shadow Estate e sua versão furgão Krug. O Corniche foi feito de 1971 até 1995 sem mudanças de carroceria. No começo dos anos 2000, o novo Corniche usou as linhas “New Age” do Silver Seraph, mas só 374 foram feitos em dois anos.



Com exceção do Rolls-Royce Drophead, conversível de 2007, os clássicos Ghost e Phantom foram revividos a partir dessa época. O mesmo foi feito com o Dawn como conversível e o Wraith como esportivo. Contudo, a marca rendeu-se aos SUVs com o Culinan…



Em 1971, a Rolls-Royce mudou de mãos e acabou sendo nacionalizada, como quase todas as marcas de carros inglesas. Então, em 1998, a divisão de carros foi separada e comprada pela BMW. A Volkswagen ficou com a Bentley, enquanto a divisão industrial ficou em separado. Em 2003, a marca saiu de Crewe e foi para Goodwood, em frente ao circuito histórico.

Rolls-Royce – modelos atuais

Phantom



O topo de linha da Rolls-Royce está no mercado desde 2017 na oitava geração. Com 5,76 m de comprimento, tem uma versão longa com 5,98 m. Maior dos sedãs, vem com portas traseiras de abertura invertida e largas colunas C. Ostentando o radiador “Parthenon”, o Phantom tem enormes rodas aro 20 polegadas e suspensão pneumática eletrônica.

Além disso tem poltronas com todos os recursos de conforto, assim como o famoso guarda-chuva embutido nas portas. Tal como outros da marca, o Phantom tem portas de fechamento automático na traseira e teto com “céu estrelado” em fibra ótica. Tem faróis de laser e eixo traseiro direcional e seu V12 6.75 tem 571 cavalos, indo de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos.

Ghost



Irmão menor do Phantom, o Rolls-Royce Ghost sedã de ultra luxo tem 5,54 m na versão padrão e 5,71 m na versão limusine, ostentando a mesma mecânica do Phantom. Limitado a 250 km/h como o irmão, este alcança 100 km/h em 4,3 segundos.



Com faróis full LED e rodas aro 20 polegadas, o Ghost chega a ter estreladas cadentes de fibra ótica no interior, além de portas automáticas e poltronas com apoios de pernas. O console traseiro com frigobar, taças e mesinhas de refeição são obrigatórios em muitos casos. Construído em alumínio, também tem suspensão a ar, mas sem eixo traseiro direcional.

Cullinan



O Rolls-Royce Cullinan é a vitória do modismo e a derrota da marca, que foi obrigada a fazer um SUV para disputar com o Bentley Bentayga. Com 5,34 m, é feito sobre a base do Phantom e tem quatro ou cinco lugares. Com suspensão a ar ajustável, tem modo off road e a obrigatória tração nas quatro rodas.


Nome do maior diamante do mundo, o Cullinan tem vidro do bagageiro elétrico, prancha traseira automática e mesas retráteis para o banco de trás.
No entanto, é alvo de muitas customizações como da Novitec e Mansory…Usa o V12 6.75 com 571 cavalos e ostenta a suspensão com ajuste por GPS e câmera.

Wraith



Mais potente da gama, o Rolls-Royce Wraith é em realidade o esportivo da marca, com suas portas automáticas invertidas e silhueta sinuosa. Sendo um 2+2, tem motor V12 6.6 com 632 cavalos e vai de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos.



Feito em alumínio, ainda é preso à primeira geração do Ghost, compartilhando a base com o Dawn. Tem suspensão que pode ficar bem firme, assim como direção mais direta. Incorpora os msmos luxos dos demais, como céu noturno, suspensão por GPS e faróis de laser. Mede 5,28 m e pesa 2,4 toneladas. Será substituído pelo Spectre.

Dawn



Conversível da gama, o Rolls-Royce Dawn tem portas invertidas automáticas e uma capota de tecido de altíssima qualidade, além de acionamento elétrica feito em poucos segundos. Apesar de não parecer, 80% dos painéis e guarnições são próprias em relação ao Wraith.



Usando o mesmo V12 6.6 desde seu lançamento em 2015, tem 601 cavalos e vai de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Um sistema de ar quente recirculado no habitáculo garante o conforto no inverno, com a capota abaixada. Emprega as mesmas tecnologias e luxos dos demais.

Rolls-Royce – motores



Ao longo da história, a Rolls-Royce produziu inúmeros motores e até projetou um V12 diesel, contudo, nunca o usou. O propulsor mais famoso e de mais longa produção foi o Série L. O V12 da marca inglesa surgiu em 1959, após a marca usar o V12 da Série B dos anos 30 por muitos anos. Assim, o primeiro L foi o 380 com 5.2 litros, mas foi o L410 com 6.25 litros que foi eternizado. Feito em Crewe, esse V12 dominou a produção, ainda que o L380 tenha sido mantido até os anos 70.



O L410 usava comandos no bloco (OHV), por engrenagem e tinha concepção de cabeçotes inspirada no famoso Merlin da Segunda Guerra.
Em 1970, o L410 subiu para 6.75 litros e até ganhou uma versão turbinada, mas manteve-se como um aspirado por décadas. Em 1998, quando houve a separação de marcas, a BMW assumiu o fornecimento de motores com seu V12 5.4 para a Rolls-Royce.



O L410 foi mantido pela VW, que não tinha um V12 na época, até 2020, mesmo quando já existia há anos o W12, por exemplo. Na Rolls-Royce, após iniciar com motores BMW, a marca inglesa recebeu os N73 e N74. Estes V12 de 6.6 e 6.75 litros, respectivamente, foram modificados para atender a Rolls-Royce, mas também usados no BMW Série 7.



Atualmente a potência padrão é o N74 6.75 de 571 cavalos com torque de 91,4 kgfm. Há o N74 6.6 – que também tem dois turbos – com 632 cavalos e 88,3 kgfm no Wraith. No Dawn, o 6.6 tem 601 cavalos. Nos carros antigos da Rolls-Royce, o câmbio era GM de 3 ou 4 marchas, hoje é ZF com 8 marchas.

Rolls-Royce – curiosidades



Um carro da Rolls-Royce é, entre outros coisas, um automóvel ultrassilencioso. Cada exemplar da marca precisa deslizar sobre o asfalto e em total silêncio a bordo. A ênfase na acústica se dá até em Goodwood, onde a fábrica precisa ser como no lado de fora, bem silenciosa. Cada carro da Rolls-Royce leva uma camada generosa de material específico para filtrar de ruído de vento ao rodar dos pneus no pavimento.

O habitáculo precisa ser quase hermeticamente fechado, com sistema de circulação de ar ausente de ruído. Além dos materiais nobres, um Rolls-Royce precisa ostentar o logotipo em sua posição quando a roda gira, sendo feito por contrapeso.


Na seção Coach Builder, um pintor (artista) personaliza cada carro à mão e leva três horas por exemplar. Outro item que demanda muita de obra e tempo é a reprodução do céu noturno no teto. São 1.500 LEDs colocados a mão. Na área de pintura da Rolls-Royce tem uma paleta com 44 mil cores disponíveis no Black Badge. Tudo é feito à mão, desde a costura do couro até o corte da madeira.

Spirit of Ecstasy



Símbolo máximo da Rolls-Royce, a “deusa” voadora que reina sobre o capô de qualquer carro da marca é chamada na fábrica de “Emily” e tem sua própria história. Originalmente, os sócios da empresa não previram um ornamento sobre o radiador. Contudo, o Barão de Montagu, pediu ao escultor Charles Robinson Sykes, que fizesse um mascote pessoal para seu Silver Ghost em 1909.



Sykes usou a artista inglesa Eleanor Velasco Thornton, amante do barão. Quando a Rolls-Royce percebeu que os clientes estavam enfeitando seus carros com ornamentos inadequados, pediu à Sykes que fizesse a reprodução da deusa grega da vitória Nike. Contudo, o escultor escolheu Eleanor novamente, mas ao contrário da anterior, com os braços esticados e um vestido esvoaçante.



Após várias mudanças, o Spirit of Ecstasy passou a fazer parte de todo Rolls-Royce, mas somente a partir de 1948.Chegou a ter uma versão ajoelhada e a atual tem mecanismo de mola para retrair-se em caso de colisão em qualquer direção. Os ornamentos podem ser feitos de ouro 24 quilates ou cristal fosco iluminado, e também pode ser feito de outros materiais a pedido do cliente. Normalmente é feita de aço inox polido.
 

Fonte: https://www.noticiasautomotivas.com.br/rolls-royce-historia/
 

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