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Esse é o melhor jeito de preparar legumes
para a marmita da semana sem ficar
aguado e com muito mais sabor
Sabor concentrado, textura perfeita e um aroma irresistível
de ervas assadas
Esse é o melhor jeito de preparar legumes para a marmita da
semana sem ficar aguado e com muito mais sabor Sabor de
comida de casa, praticidade para o dia a dia e o cheirinho
irresistível de legumes assados no forno - impossível
resistir.
Uma receita simples, colorida e irresistível para quem quer
comer bem todos os dias. Os legumes assados no forno ganham
um sabor intenso, uma textura firme e um perfume delicioso
de ervas que transforma qualquer refeição.
Se você sempre achou que legumes para marmita ficam sem
graça ou aguados, essa versão vai mudar tudo. Essa receita é
prática, rende bem e deixa os vegetais cheios de vida e
sabor.
Ingredientes e modo de preparo
Ingredientes
1 pedaço grande de abóbora cabotiá
2 cenouras médias
2 batatas-doces médias
2 tomates
1 cebola grande
4 dentes de alho (com casca)
1 ramo de alecrim
1 ramo de tomilho (opcional)
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Azeite (a gosto)
Modo de preparo
1. Prepare os legumes:
Lave bem todos os ingredientes. Corte a abóbora, a
batata-doce e a cenoura em pedaços médios. Pode manter as
cascas - elas ficam macias depois de assadas e dão mais
sabor. Corte a cebola em pedaços grandes e deixe o alho com
casca.
2. Tempere:
Coloque tudo em uma assadeira grande. Regue com bastante
azeite, tempere com sal, pimenta-do-reino e adicione o
alecrim e o tomilho. Misture bem com as mãos para envolver
todos os legumes.
3. Asse:
Leve ao forno preaquecido a 180 °C por cerca de 30 a 35
minutos, ou até que os legumes estejam macios e dourados. A
cebola deve caramelizar levemente e o tomate soltar um pouco
do seu suco, formando um molho natural delicioso.
Dica extra:
Você também pode fazer essa receita na Airfryer - fica
igualmente saborosa e ainda mais crocante.
Dicas para aproveitar melhor
Esses legumes assados são perfeitos para montar marmitas da
semana. Basta armazenar em potes bem fechados na geladeira
por até 4 dias. Ficam ótimos acompanhando frango grelhado,
peixe ou mesmo como base de uma salada morna.
Use as ervas que tiver em casa - manjericão e orégano também
combinam muito bem.
O que significa ter lagartixas
por toda a sua casa, segundo a ciência
Encontrar lagartixas circulando pelas paredes de casa
costuma causar estranhamento, mas a ciência explica que essa
presença está longe de ser aleatória. Esses pequenos répteis
escolhem ambientes específicos para viver e, quando aparecem
com frequência, estão sinalizando características bem claras
do local.
No Brasil, a espécie mais comum dentro das residências é a
Hemidactylus mabouia, de origem africana. Pequena, ágil e de
hábitos noturnos, ela se adaptou facilmente aos centros
urbanos e passou a dividir espaço com os humanos.
Por que as lagartixas escolhem a sua casa
O principal fator é simples: alimento. Lagartixas se
alimentam de insetos como mosquitos, moscas, baratas e
pequenas aranhas. Ambientes com iluminação artificial atraem
esses insetos, criando um cenário perfeito para o réptil
caçar sem esforço. Por isso, elas costumam aparecer perto de
lâmpadas, tetos e paredes altas.
Outro ponto importante é a temperatura. Como são animais de
sangue frio, as lagartixas dependem do calor do ambiente
para regular o próprio corpo. Casas com frestas, pouca
ventilação ou áreas mais quentes tendem a ser mais
convidativas.
Quando há muitas lagartixas, o recado é direto: existe uma
quantidade relevante de insetos circulando pelo local. Nesse
sentido, elas funcionam como um indicador biológico do
ambiente doméstico.
Além disso, as lagartixas atuam como aliadas naturais. Elas
ajudam a reduzir a presença de mosquitos transmissores de
doenças, como o Aedes aegypti, e até de escorpiões pequenos,
diminuindo a necessidade de inseticidas químicos.
Ao contrário de mitos populares, lagartixas não são
venenosas, não atacam humanos e não transmitem doenças
diretamente. O único cuidado recomendado é com gatos, que
podem adoecer se ingerirem o animal.
Se a presença incomodar, o ideal é removê-las com cuidado e
soltá-las em áreas externas, mantendo o equilíbrio natural
sem causar danos.
Substituto perfeito para farinha de trigo
na hora de empanar frango para fritar
Mudança discreta promete resultado
mais leve, sequinho e extremamente crocante
A farinha de trigo sempre foi protagonista no preparo do
frango empanado tradicional ou até mesmo ele frito. No
entanto, mudanças nos hábitos alimentares, aumento de
restrições ao glúten e a busca por frituras mais leves
fizeram cozinheiros domésticos e profissionais testarem
alternativas mais eficientes.
Entre as opções disponíveis atualmente, viralizou no TikTok
que o amido de milho surge como o substituto mais eficaz
para empanar frango, garantindo crocância intensa e textura
mais seca.
O motivo é técnico. O amido de milho possui estrutura
composta basicamente por amido puro, sem proteínas
formadoras de glúten. Diferentemente da farinha de trigo,
que cria uma camada mais densa e às vezes pesada, o amido
forma uma película fina ao redor da proteína animal.
Durante a fritura, essa camada sofre gelatinização e rápida
desidratação, resultando em uma crosta leve, uniforme e
extremamente crocante. Esse efeito é muito utilizado na
culinária asiática para garantir frituras sequinhas.
Para aplicar a técnica, o frango deve estar bem seco antes
de receber o empanamento.
Tempere normalmente com sal, alho,
pimenta e especiarias. Passe os pedaços diretamente no amido
de milho, pressionando levemente para aderir.
Retire o excesso e leve imediatamente ao óleo quente, entre
170 °C e 180 °C. A fritura nessa faixa de temperatura evita
que o empanado absorva gordura e assegura coloração dourada
uniforme.
O resultado é uma casquinha firme por fora e suculência
preservada por dentro. Além da textura superior, o amido de
milho também apresenta outra vantagem: absorve menos óleo
quando comparado à farinha de trigo, o que contribui para
uma fritura mais leve.
É importante, no entanto, evitar mexer excessivamente nos
pedaços durante o preparo, para não romper a crosta em
formação.
Ao final, deixe escorrer em grade ou papel absorvente por
poucos minutos. O método entrega um frango crocante, dourado
e com acabamento profissional, sem necessidade de farinha de
trigo.
Por que os doramas se tornaram
tão populares no Brasil?
Com cultura asiática em alta, streamings apostam em sucessos
de novelas orientais A esposa do meu marido, dorama do Prime Video
O consumo da cultura asiática por brasileiros têm crescido
exponencialmente ao longo dos anos: segundo um levantamento
feito pela Netflix, entre 2019 e 2022 o interesse pelas
novelas orientais, os chamados doramas ou k-dramas,
sextuplicou no país. Só no ano passado, foram 16 doramas entre as 10 produções
mais assistidas do streaming no Brasil, e a tendência tem
feito as marcas investirem cada vez mais nesses conteúdos. O
sucesso do produto cultural asiáticos, segundo o professor
de comunicação e publicidade da ESPM e head de mídia da
Energy BBDO, Maurício Felício, se dá, entre muitos motivos,
pelo contraste que os doramas oferecem à vida real
ocidental.
“Um dos motivos que faz o dorama ser muito consumido no
Brasil é explicado por sua forma: é uma forma mais lenta, em
contraste com o que a gente vive no dia a dia da sociedade
ocidental. Os filmes e séries produzidos pelo ocidente são
muito explosivos, com muita luz, muito corte. Enquanto, no
dorama, temos um tempo lento, cenas mais longas e
detalhadas, mas que são uma forma complementar. É como ouvir
uma música e ler uma poesia: são tempos diferentes; a música
estica aquela palavra da poesia; o dorama faz o mesmo com as
emoções”, explica Maurício.
O especialista detalha, ainda, que as novelas asiáticas
fazem as emoções das cenas durarem mais, na contramão a tudo
que é acelerado, clássico da cultura do ocidente. É quase um
relaxamento ao assistir mesmo aos conteúdos mais intensos -
por isso a popularidade.
Adulto dorameiro foi criança que consumia desenhos japoneses
Há uma cronologia que explica o aumento expressivo pelo
interesse nos doramas, de acordo com o professor. A cultura
asiática já está permeada na cultura brasileira devido à
grande quantidade de imigrantes orientais que residem em
metrópoles do país, e é nos anos 1990 que os reflexos dessa
miscigenação começam a ser vistos na arte.
Nos anos 2000, essas produções orientais, principalmente
desenhos e animes, ganham popularidade e passam a ser
exibidos na TV aberta. “Então, a produção cultural asiática
começa a fazer parte do espaço da cultura de massa e, dentro
disso, a penetrar nosso repertório infantil, jovem e
adulto”.
"Os doramas permitem que o consumidor olhe para dentro de
si, em contraste com a mídia e produtos culturais do
ocidente que dão mais ênfase à performance, ao movimento, à
explosão e à intensidade – não à interioridade das
reflexões, que é o que acontece nos doramas." Novelas pautam expectativas amorosas
Outra tendência que o k-drama tem criado é a busca de
mulheres ocidentais por homens asiáticos, na tentativa de
encontrar alguém similar ao estereótipo dos homens das
novelas. “Quando consome-se um conteúdo que mostra um tipo de
relacionamento como possível, esse consumidor muitas vezes
passa a idealizar algo similar para a própria vida”, diz o
professor.
"Como tem acontecido, brasileiros que consomem dorama
muitas vezes acabam naturalizando uma relação em que o
cuidado, o carinho e o amor são demonstrados de forma
diferente da com a qual estamos acostumados no Brasil. Às
vezes, essa diferença é sutil, mas às vezes é abissal.
Então, o que acaba acontecendo é a pessoa condicionar sua
forma de receber carinho ao que ela vê nos k-dramas."
Rentabilidade na manutenção da base
Não é à toa que os streamings têm apostado cada vez mais em
produções asiáticas entre seus catálogos. De acordo com
Maurício, a rentabilidade dentro desse nicho é alta, e ele
explica o porquê: ela começa na manutenção da base daquela
plataforma, ou seja: colocando à disposição dos clientes
conteúdos que ela sabe que esses clientes vão consumir.
“A segunda forma é paralela a este modo: quando uma
plataforma coloca uma produção em seu catálogo, ao mesmo
tempo ela colhe informações sobre essa produção, sobre como
a base reagiu a ela e, a partir daí, o que fazer dali para
frente. Eles conseguem dados sobre performance do conteúdo,
e rentabilizam reproduzindo àquele usuário específico mais e
mais conteúdos similares de acordo com o gosto dele.
Então, quanto mais eu produzo, mais eu testo, mais conheço
meu público e mais acerto. Em um primeiro momento, o
streaming traz um dorama e observa a reação de seu público.
Começa, a partir daí, a trazer novas produções, fidelizando
essa base de assinantes para que ela não fuja. Para que ela
veja o que há de exclusivo neste streaming. Depois, atrai
mais gente com conteúdos exclusivos, e é um ciclo.
Oferecendo, assim, mais produtos que se adequem ao
consumidor final para que ele siga consumindo dentro daquela
plataforma."