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As 7 palavras com “S” que
muita gente ainda escreve com “Z” Dominar as regras da língua portuguesa exige atenção
constante aos detalhes ortográficos que costumam confundir
até os escritores mais experientes. Muitas palavras utilizam
a letra S com som de Z, gerando dúvidas frequentes no
momento da escrita manual ou digital. Compreender essas
normas básicas é essencial para garantir textos
profissionais impecáveis e transmitir credibilidade total.
Por que a confusão sonora entre S e Z é tão comum no
português?
A fonética da nossa língua permite que letras
diferentes produzam exatamente o mesmo som em contextos
específicos, como ocorre entre as vogais. O uso do S
intervocálico assume a sonoridade da letra Z, induzindo o
redator ao erro por causa da percepção auditiva imediata.
Estudar a etimologia das palavras ajuda a fixar a grafia
correta de forma definitiva e segura.Escrever corretamente demonstra um alto nível de
instrução e respeito pelas normas gramaticais estabelecidas
pelos órgãos oficiais de educação nacional. Erros
ortográficos básicos podem comprometer a imagem de um
profissional em currículos ou e-mails corporativos muito
importantes. Manter o hábito da leitura frequente funciona
como um exercício visual poderoso para memorizar as formas
padrão atuais e corretas. As 7 palavras com “S” que muita gente ainda escreve
com “Z”
Como evitar os erros mais frequentes nos verbos
terminados em ISAR?
Muitas pessoas acreditam que verbos que indicam ação
devem terminar obrigatoriamente em Z, porém a regra
gramatical depende do substantivo original. Se a palavra
primitiva já possuir a letra S em sua estrutura radical, o
verbo derivado manterá essa mesma característica ortográfica
original. Essa lógica simples resolve a maioria das dúvidas
comuns do cotidiano escolar e do trabalho.Por outro lado, verbos que derivam de palavras sem a
letra S em sua base devem ser escritos utilizando a letra Z.
Conhecer essa distinção técnica fundamental é o primeiro
passo para evitar deslizes graves em redações acadêmicas ou
documentos jurídicos complexos. A atenção aos detalhes
transforma um texto simples em uma peça de comunicação
clara, correta e muito profissional.
Quais são os termos que lideram o ranking das falhas
ortográficas?
Algumas palavras específicas aparecem constantemente
com a grafia trocada em redes sociais e blogs de conteúdo
informativo devido ao uso equivocado do corretor automático.
Memorizar este conjunto de termos ajuda a criar um filtro
mental eficiente durante a revisão final de qualquer
material produzido hoje. Estar atento às regras é o segredo
para escrever sempre bem e corretamente. Para que sua
comunicação escrita seja sempre impecável e livre de erros
que comprometem a autoridade do seu discurso, verifique os
termos que exigem cautela:
Analisar Atrás Paralisar Quis Pesquisar Improvisar Alisar Qual a lógica gramatical por trás do
uso do S nestas situações?
O uso correto do S em palavras como analisar ocorre porque o
substantivo de origem, análise, já contém a letra S em sua
grafia. Da mesma forma, verbos como pesquisar derivam de
pesquisa, mantendo a coerência estrutural exigida pela norma
culta da nossa língua portuguesa. Respeitar essa herança
morfológica é a base para uma escrita técnica de alto nível.Outro caso interessante é a forma verbal quis, que
pertence ao verbo querer e deve ser sempre escrita com S,
nunca com Z. Muitas pessoas confundem essa palavra com o
termo inglês quiz, que se refere a um questionário de
perguntas e respostas rápidas. Diferenciar essas grafias é
vital para evitar erros embaraçosos em contextos formais de
comunicação muito importantes.
Líquido de alimento enlatado: nutricionista explica quando
descartar e quando consumir Nutricionista explica que teor de líquidos pode
variar dependendo do produto e do processo de conservação do
alimento
Nutricionista explica que teor de líquidos em
enlatados pode variar dependendo do produto e do processo de
conservação do alimento
Abrir uma lata de comida muitas vezes traz consigo a
mesma dúvida: devo jogar fora o líquido da conserva ou posso
consumi-lo? A resposta, segundo nutricionistas, depende do
tipo de produto, do método de conservação e também do estado
de saúde de cada pessoa. Os alimentos enlatados são um
elemento básico em nossa dieta diária devido à sua
praticidade e longa vida útil.
Produtos integrais realmente ajudam na perda de peso?
O que você deve levar em consideração ao consumi-los.
Caldo de ossos: por que você deve bebê-lo mesmo no
verão
No entanto, o líquido que acompanha alimentos como
atum, sardinha, vegetais ou leguminosas enlatados pode ter
composições variáveis, por isso nem sempre é aconselhável
consumi-lo.
O que contém o líquido nas latas?
O nutricionista espanhol Pablo Martínez, presidente
do Colégio Oficial de Nutricionistas da Cantábria (Codunican),
explicou ao portal de notícias Infosalus que o teor de
líquidos pode variar dependendo do produto e do processo de
conservação do alimento.Entre os mais comuns estão preparações com água
salgada, óleo, xarope ou até mesmo limão. Esses líquidos não
estão ali apenas por razões estéticas: desempenham um papel
fundamental na segurança alimentar e na estabilidade do
produto.
Alimentos ultraprocessados são risco para a saúde
Consumo excessivo pode levar causar doenças como
úlceras estomacais e câncer colorretal
Segundo o especialista, durante o processo
industrial, o líquido ajuda a transmitir calor e a criar um
vácuo dentro da lata, o que elimina microrganismos e garante
a conservação dos alimentos enlatados. Também ajuda a manter
o sabor, a textura e o aroma dos alimentos.
Quando é apropriado descartá-lo?
Do ponto de vista nutricional, não existe uma regra
única para decidir se o líquido dos alimentos enlatados deve
ser descartado. Cada alimento tem características
diferentes, e fatores como a ingestão de sódio ou certas
condições de saúde também influenciam. Por exemplo, em
produtos como atum enlatado ou alguns vegetais em conserva,
o líquido frequentemente concentra minerais como sódio,
potássio ou fósforo.Pessoas com problemas renais ou que precisam
controlar a ingestão de sal devem evitar esses produtos.
Mesmo em pessoas saudáveis, eliminar esse líquido também
pode ajudar a reduzir o excesso de sódio na dieta,
especialmente quando se consomem alimentos enlatados com
frequência.
Em que casos pode ser usado?
Em outros produtos, o cenário muda. Alguns vegetais
enlatados, como o aspargo em conserva, contêm líquidos
compostos principalmente de água e sal, que muitas pessoas
consomem sem problemas. Esses líquidos também podem conter
pequenas quantidades de vitaminas e minerais, embora os
especialistas ressaltem que o ideal é obter esses nutrientes
de alimentos frescos, como frutas e verduras.
Veja 10 alimentos para comer sem culpa
ABOBRINHA - A melhor amiga da dieta. Tem baixo teor
de sódio e caloria, facilita a eliminação de toxinas e
gorduras OVOS - Além de rica fonte de proteína, eles contêm
triptofano, além de possuírem vitaminas, gorduras boas e
nutrientes essenciais para o corpo.
LEGUMINOSAS - São ricas em proteínas e fibras que o
mantêm saciado por mais tempo.
MAÇÃ - Nutritivas, contêm fibra conhecida como
pectina, que é benéfica para a digestão e saciedade.
CALDOS - Sopa pode fornecer até 80% mais calorias do
que outros alimentos. Apesar disso, as sopas de caldo são
escolhidas em vez das sopas de creme, pois contêm menos
calorias e causam menos inchaço.
PEIXES - Rico em proteínas e ácidos graxos ômega-3 e
pobre em gordura. Pode melhorar a saúde do cérebro e a
capacidade de concentração.
BATATA - Batatas incluem uma alta concentração de
vitaminas e fibras, além das calorias serem de boa qualidade.
MELANCIA - Apesar de 92% água, é rica em nutrientes
como demais frutas, além da arginina que ajuda eliminar
gordura.
TOMATE - Rico em licopeno, vitaminas, fósforo,
potássio, cálcio, magnésio e ferro, é pobre em calorias. Portanto, em pessoas sem problemas de saúde, o
consumo de pequenas quantidades do líquido de alimentos
enlatados geralmente não representa um risco dentro de uma
dieta equilibrada .
Leguminosas em conserva: precisam ser lavadas?
Outro debate comum é se é aconselhável enxaguar os
legumes enlatados antes de consumi-los. Segundo
especialistas, o líquido em que vêm é seguro para consumo,
portanto, enxaguá-los é opcional.No entanto, o sal é utilizado tanto em leguminosas
enlatadas quanto em atum enlatado como parte do processo de
conservação dos alimentos. Portanto, ao consumir esses
produtos regularmente, descartar o líquido ou enxaguá-los
pode ajudar a reduzir a quantidade de cloreto de sódio na
sua dieta.
O segredo é ler o rótulo.
Para nutricionistas, a melhor recomendação continua
sendo verificar o rótulo nutricional de cada produto. Lá, é
possível encontrar a quantidade de sódio, açúcares e outros
ingredientes presentes no líquido. Com essa informação, fica
mais fácil decidir se deve descartar o líquido das latas,
usá-lo em uma receita ou simplesmente moderar seu consumo
dentro de uma dieta saudável.
Banho mais econômico:
7 hábitos que reduzem água e luz
O banho está entre os momentos mais relaxantes do
dia, mas também figura entre os maiores vilões da conta de
água e luz. No Brasil, onde o chuveiro elétrico é
predominante, poucos minutos a mais sob a água quente podem
representar um aumento significativo no consumo mensal de
energia, além de dezenas de litros de água gastos. Ajustes
simples na rotina já são suficientes para diminuir o impacto
nas contas no fim do mês. Confira como tornar o banho mais
econômico no dia a dia.
Quanto o chuveiro pesa na conta de água e luz?
O chuveiro elétrico está entre os aparelhos que mais
consomem energia dentro de casa. Dependendo da potência, que
pode variar entre 4.500 W e 7.500 W, ele pode representar
até 25% do consumo mensal de energia de uma residência. Para entender o impacto, um banho de 10 minutos com
um chuveiro de 5.500 W ligado na posição mais quente consome
cerca de 0,92 kWh. Se uma pessoa toma um banho por dia nesse
padrão, o gasto mensal pode ultrapassar 27 kWh apenas com o
chuveiro. Em uma casa com quatro pessoas, esse número pode
passar de 100 kWh no mês, o equivalente a uma parcela
significativa da conta de luz.Além da energia, há o consumo de água. Um chuveiro
comum pode gastar entre 8 e 15 litros por minuto. Em um
banho de 10 minutos, isso representa de 80 a 150 litros de
água. Multiplicado por vários banhos diários e por todos os
moradores da casa, o impacto se torna ainda maior.Por isso, pequenas reduções no tempo de banho ou no
uso da potência máxima já fazem diferença perceptível tanto
na conta de energia quanto na de água ao longo do mês.
1. Reduza o tempo de banho
O tempo é o fator que mais influencia o consumo de
água e energia no banho. Quanto mais minutos sob o chuveiro
ligado, maior será o impacto na conta no fim do mês.
Diminuir apenas alguns minutos por banho já representa
economia significativa ao longo do tempo.Uma estratégia simples é criar uma playlist de
músicas com duração total entre 5 e 10 minutos e usá-la como
referência para o banho. Assim, você consegue ter uma noção
do tempo, sem precisar olhar o relógio. A música ajuda a
manter o foco nas etapas do banho, evita prolongar o momento
além do necessário e ainda torna a rotina mais leve, seja
para começar o dia com energia ou relaxar antes de dormir.
2. Ajuste a temperatura do chuveiro
No chuveiro elétrico, a temperatura escolhida
interfere diretamente no consumo de energia. Modelos mais
simples costumam ter posições como “verão” e “inverno”,
enquanto versões eletrônicas permitem ajustes graduais de
potência. Em ambos os casos, quanto mais alta a regulagem,
maior será o gasto de energia.Na maior parte do ano, especialmente em dias mais
quentes, é possível utilizar a opção mais econômica ou
manter o controle em níveis intermediários sem comprometer o
conforto. Antes de escolher automaticamente a temperatura
mais alta, vale testar ajustes mais baixos. Reservar a
potência máxima para dias realmente frios evita o uso
constante da configuração que mais pesa na conta de luz.
3. Mantenha o chuveiro limpo e com a instalação em
dia
Com o tempo, os pequenos orifícios do chuveiro
acumulam resíduos minerais presentes na água, reduzindo a
passagem e alterando o fluxo. Quando o fluxo fica irregular,
é comum abrir mais o registro ou prolongar o banho para
compensar, o que pode aumentar o consumo de água.Manter o chuveiro limpo garante que a água seja
distribuída de forma uniforme e eficiente. A limpeza pode
ser feita a cada dois meses, ou sempre que os jatos
começarem a sair desalinhados, removendo apenas a parte por
onde a água sai e deixando essa peça de molho por cerca de
30 minutos em uma solução de água com vinagre para dissolver
os resíduos acumulados.Além disso, é importante ter atenção à instalação
elétrica. Fios adequados, cabos sem partes expostas,
conexões bem feitas e resistência compatível com o modelo do
chuveiro evitam desperdício de energia e, principalmente,
riscos de superaquecimento e acidentes.Vale esclarecer que a tensão do chuveiro, 110V ou
220V, não determina sozinha o consumo de energia. O que pesa
na conta é a potência do aparelho e o tempo de uso. Em redes
220V, a corrente elétrica é menor para a mesma potência, o
que pode tornar a instalação mais eficiente, mas o gasto
mensal depende principalmente dos hábitos no banho.
4. Feche o chuveiro ao se ensaboar
Manter a água ligada enquanto se ensaboa é um hábito
comum, mas que gera desperdício desnecessário. Durante esse
intervalo, a água continua sendo consumida sem que esteja
sendo utilizada de fato.Desligar o chuveiro nesse momento
reduz significativamente o volume gasto no banho sem
comprometer o conforto. A prática pode parecer simples, mas
quando incorporada à rotina de todos os moradores da casa, o
impacto mensal é perceptível.O mesmo vale para a aplicação de shampoo ou
condicionador: interromper o fluxo por alguns instantes
evita o uso contínuo da água e torna o banho mais econômico.
5. Organize os horários de banho
Em casas com muitos moradores, o horário dos banhos
também influencia no consumo e até no desempenho do sistema
de aquecimento. Quando vários chuveiros são ligados ao mesmo
tempo, há maior sobrecarga elétrica e, em sistemas a gás ou
solar, a água pode demorar mais para atingir a temperatura
ideal.Distribuir os banhos ao longo do dia ou evitar
horários simultâneos ou muito próximos, ajuda a reduzir
picos de consumo. Além disso, em algumas regiões, o uso
concentrado em horários de pico, das 18h às 21h, pode
impactar diretamente o valor final da conta de energia.
6. Atenção a vazamentos e pingos constantes
Um chuveiro pingando mesmo quando está desligado pode
parecer um problema pequeno, mas ao longo de dias ou semanas
representa desperdício contínuo de água. Vazamentos no
registro ou conexões mal vedadas aumentam o consumo sem que
os moradores percebam. Verificar periodicamente essas
condições e realizar reparos, quando necessários, evita que
o desperdício se torne maior.
7. Avalie fontes alternativas de aquecimento
Para quem mora em casa, considerar sistemas
alternativos ao chuveiro elétrico pode representar economia
significativa a longo prazo. O aquecimento solar, por
exemplo, utiliza a energia do sol para aquecer a água. Em
dias ensolarados, o consumo de energia elétrica pode ser
praticamente eliminado no banho, sendo utilizado apenas um
sistema complementar em períodos prolongados de chuva ou
frio intenso. Já o aquecimento a gás distribui o consumo ao
longo do uso e pode ser uma alternativa interessante em
residências com maior número de moradores ou mais de um
banheiro em funcionamento simultâneo.Embora a instalação exija investimento inicial,
sistemas alternativos tendem a reduzir o peso do banho na
conta de energia ao longo dos anos. Antes de decidir, é
importante avaliar o perfil de consumo da casa, o número de
moradores e a viabilidade técnica da instalação.Reduzir o impacto do banho na conta de água e luz
passa por atitudes simples: alguns minutos a menos sob o
chuveiro, ajustes na temperatura, atenção à manutenção e
pequenas mudanças na rotina da casa. Quando esses hábitos
são incorporados por todos os moradores, o reflexo aparece
no fim do mês, e vai além da economia. Trata-se também de um
uso mais consciente dos recursos, com conforto e
responsabilidade no dia a dia.
E se a ideia é ampliar essa economia para outros
pontos da casa, vale conferir também como economizar com o
ar-condicionado e reduzir ainda mais o consumo de energia no
dia a dia.
Muitos não sabem, mas couve-flor,
brócolos e repolho vêm da mesma planta Diferenças no cultivo criaram variedades distintas da
mesma base botânica
Couve-flor, brócolis e repolho pertencem à mesma
espécie botânica chamada Brassica oleracea
À primeira vista, couve-flor, brócolos e repolho
parecem pertencer a universos diferentes na feira ou no
supermercado. Cada um tem formato, textura e uso culinário
próprios, o que leva muita gente a pensar que são espécies
totalmente distintas. No entanto, a botânica dos alimentos
mostra um quadro bem diferente daquele sugerido pelas
prateleiras coloridas, revelando o parentesco íntimo entre
esses vegetais.
O que é Brassica oleracea e qual a origem dessa
planta
A expressão Brassica oleracea designa uma única
espécie vegetal da qual derivam diversos tipos de couve,
incluindo couve-flor, brócolos e repolho. Em áreas costeiras
da Europa, uma planta rústica e de folhas grossas foi sendo
aproveitada por agricultores, que passaram a selecionar as
melhores características de cada safra.Com o tempo, surgiram linhagens com folhas mais
compactas, flores mais densas ou caules mais encorpados,
dando origem a uma variedade impressionante de legumes da
mesma planta. Esse processo de seleção artificial mostra
como o manejo humano pode moldar a forma, o sabor e o uso
culinário de uma mesma espécie.
Couve-flor, brócolos e repolho pertencem à mesma
espécie vegetal chamada Brassica oleracea
Couve-flor, brócolos e repolho são o mesmo legume Embora pertençam à mesma espécie, esses vegetais não
são idênticos, mas versões específicas da Brassica oleracea
moldadas por objetivos de cultivo diferentes. Do ponto de
vista do consumidor, eles aparecem como legumes separados,
mas, na essência, são membros muito próximos da mesma
família botânica.As variações mais conhecidas dessa espécie podem ser
descritas de forma simples, destacando a parte da planta que
foi privilegiada em cada caso:
Brócolos: focados nos botões florais verdes e nos
rebentos, colhidos antes de a planta florescer por completo. Couve-flor: concentrada na massa floral clara e
compacta, que forma a “cabeça” característica. Repolho: estruturado em torno das folhas que se
enrolam e formam uma cabeça bem fechada. Em termos de sabor, também há diferenças: brócolos
costumam ter gosto mais marcante e “verde”, a couve-flor
apresenta sabor mais neutro e textura versátil, e o repolho
se adapta bem a fermentações, refogados e saladas. Ainda
assim, todos mantêm o aroma típico das brássicas e a
presença de compostos sulfurados.
Quais outros legumes vêm da mesma planta Brassica
oleracea
A família de legumes da mesma planta é maior do que
parece à primeira vista. Dentro da própria Brassica oleracea,
a seleção agrícola gerou outras formas conhecidas nas
cozinhas brasileiras e europeias, explorando diferentes
partes estruturais da planta original.Entre os exemplos mais citados pela botânica dos
alimentos estão variações criadas para valorizar folhas,
caules ou brotos, o que amplia o repertório culinário a
partir da mesma espécie. Couve-de-bruxelas: pequenos “repolhos” em miniatura
que se formam ao longo do caule. Couve-rábano: desenvolvida para ter um caule
engrossado e arredondado, usado cru ou cozido. Kale ou couve frisada: cultivada para maior produção
de folhas soltas, muito utilizadas em refogados e saladas. À primeira vista parecem legumes completamente
diferentes, mas alguns dos vegetais mais comuns do mercado
têm uma origem surpreendentemente parecida. Entender isso
muda a forma como olhamos para a prateleira do supermercado.
Como a indústria apresenta esses legumes ao
consumidor
Na prateleira, couve-flor, brócolos e repolho
raramente aparecem ligados entre si, sendo embalados e
rotulados como grupos distintos. Termos como “floretes”,
“mix crocante”, “arroz de couve-flor” ou “superalimento”
criam novas categorias de produto a partir das mesmas bases
vegetais.Essa apresentação reforça a ideia de que se tratam de
itens independentes, quando muitas vezes o que muda é o
formato e o grau de processamento, como lavar, cortar,
embalar a vácuo e refrigerar. Essa transformação aumenta a
conveniência, mas tende a elevar o preço por quilograma em
comparação com o legume inteiro.Comparar o preço por quilograma entre versões
inteiras e pré-cortadas.Observar a frescura pela cor, firmeza e ausência de
cheiro forte.Preferir, quando possível, plantas inteiras para
maior durabilidade na geladeira.Aproveitar talos e folhas em sopas, caldos, refogados
e assados, reduzindo o desperdício.
Quais são os principais benefícios nutricionais das
brássicas
Do ponto de vista nutricional, as brássicas chamam
atenção pela combinação de fibras, vitaminas e compostos
bioativos. Brócolos, couve-flor e repolho compartilham
características comuns, mas cada um oferece destaques
específicos, o que incentiva a alternância entre eles na
alimentação cotidiana.Entre os aspectos mais citados por especialistas
estão a presença de fibras que auxiliam o intestino,
compostos sulfurados associados a efeitos benéficos para o
metabolismo e diferenças pontuais de vitaminas e pigmentos.
Conhecer esse parentesco ajuda o consumidor a reconhecer
quando o preço reflete sobretudo conveniência e embalagem, e
a tirar melhor proveito de cada parte da Brassica oleracea
que chega à mesa.