Almanaque umdoistres

Setembro 2026

Ayrton Senna eterno

Todas as publicações em  Almanaque umdoistres são de textos e imagens que circulam diariamente entre as milhares de sites e grupos de WhatsApp. Nossos amigos e colaboradores nos enviam diariamente material via e-mail ou WhatsApp.  Nosso email, desde 2003 faz parte de incontáveis Catálogos de Endereço no Brasil e exterior. Nada publicado aqui é de autoria de nossa equipe - salvo quando assinado.

Janeiro 2026   Fevereiro 2026   Março 2026  

Abril 2026   Maio 2026   Junho 2026   Julho 2026

Agosto 2026   Setembro 2026

 

Almanaque 2024  Almanaque 2025

Fique sabendo
que,
como, onde porque, qual, para que,
e se, quanto, do que, por que, quando, sobre...

 

 

Os chefs espanhóis concordam:
"O frango ao alho não melhora com
mais alho, mas, sim, com molho de
soja, o suco de um limão e alecrim."


Com ingredientes simples e acessíveis, é possível deixar os pedaços de frango muito mais saborosos

Você nunca mais vai comer frango sem graça com essa dica!


O alho é um dos ingredientes mais usados na hora de temperar frango. Seu aroma marcante e seu sabor intenso fazem dele um clássico na cozinha, seja qual for o preparo. Mas usar apenas esse ingrediente (ou até aumentar a sua quantidade) não garante, necessariamente, um prato mais saboroso. Para alguns chefs espanhóis, o segredo para um frango ao alho realmente irresistível não está em adicionar mais dentes de alho à receita, e sim em criar um tempero mais equilibrado. Uma boa dica é combinar o ingrediente com molho de soja, suco de limão e ervas aromáticas. Juntos, eles deixam o molho mais encorpado, realçam o sabor natural da carne e ainda acrescentam um toque de frescor. Essa é a proposta do cozinheiro espanhol Rafael Antonín, conhecido nas redes sociais como Rafuel (@rafuel55). Sem abrir mão da potência do alho, ele mostra como pequenas mudanças no preparo do frango podem transformá-lo por completo, deixando-o ainda mais suculento e cheio de sabor.

Combinação de ingredientes que faz toda a diferença no preparo do frango


Receita pode ser feita com qualquer corte de frango

Nesta receita, o molho de soja (shoyu) exerce um papel muito importante. Ele é adicionado enquanto o frango cozinha lentamente, ajudando a intensificar o sabor da carne e a formar um molho mais rico e cheio de personalidade. Já o suco de limão entra para equilibrar essa intensidade, trazendo uma leve acidez que deixa o prato mais fresco. O alecrim e o tomilho, por sua vez, perfumam a receita e acrescentam camadas de sabor sem competir com o protagonismo do alho. O resultado é um frango extremamente suculento, com um perfil de sabor mais complexo. Além de saborosa, essa receita também é prática. Os ingredientes são acessíveis e o preparo é rápido, levando cerca de meia hora para ficar pronto. Por isso, é uma ótima opção tanto para o almoço quanto para o jantar durante a semana. Veja como fazer:

Como fazer o frango ao alho com molho de soja

Frango ao alho pode ser servido com diversos acompanhamentos, como arroz branco, purê, salada ou legumes salteados

Ingredientes

12 coxinhas da asa ou sobrecoxas pequenas de frango
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Suco de 1 limão
Ramos de alecrim
Ramos de tomilho
20 dentes de alho com casca
Azeite de oliva extravirgem
Molho de soja a gosto

Modo de preparo

Tempere o frango com sal e pimenta-do-reino a gosto. Em uma frigideira grande, aqueça o azeite e frite o frango, deixando dourar bem em todos os lados. Adicione então os dentes de alho com casca, o suco de limão, o alecrim, o tomilho, mais um fio generoso de azeite e um pouco de molho de soja. Tampe a frigideira e cozinhe em fogo médio-baixo por cerca de 15 minutos, mexendo de vez em quando para que o frango cozinhe por igual e absorva os sabores. Sirva o frango com o molho formado durante o cozimento.

Quais acompanhamentos combinam com esse frango ao alho?

Na versão do chef Rafuel, o frango é servido sobre uma cama de batata palha caseira, que cria um contraste interessante com o molho e acrescenta textura ao prato. Mas essa receita também combina muito bem com acompanhamentos mais tradicionais. O clássico arroz branco é uma das melhores opções para aproveitar todo o molho formado durante o cozimento. Outra alternativa é servir o frango com um purê de batatas bem cremoso, que harmoniza perfeitamente com os sabores do alho, do limão e das ervas. Quem prefere uma refeição mais caprichada ainda pode apostar em legumes salteados na manteiga, batatas assadas, arroz com brócolis ou até uma salada verde simples para trazer mais frescor ao prato. Assim, é possível adaptar a receita para diferentes ocasiões sem perder o destaque do frango e do molho.

Fonte: https://www.tudogostoso.com.br/noticias/os-chefs-espanhois-concordam-o-frango-ao-alho-nao-melhora-com-mais-alho-mas-sim-com-molho-de-soja-o-suco-de-um-limao-e-alecrim-a30084.htm

A psicologia afirma que as gerações
das décadas de 1950, 1960 e 1970,
que não tinham o dia inteiro preenchido
com atividades extracurriculares,
desenvolveram maior autonomia,
não por preguiça dos pais, mas
porque o tempo livre não estruturado
levava as crianças a decidir sozinhas o que fazer


Tempo livre não estruturado: estudo liga brincadeira livre a 4 áreas do desenvolvimento


Tempo livre na infância ajudava crianças a desenvolver autonomia todos os dias

A infância que tinha vazios no relógio. Antes da agenda infantil parecer planilha de adulto, muitas crianças aprendiam a negociar, inventar e escolher sozinhas. O que parecia apenas rua, quintal e tédio guardava uma lição poderosa. O tempo livre não estruturado ajudou muitas crianças das décadas de 1950, 1960 e 1970 a formar autonomia porque exigia pequenas decisões diárias sem roteiro adulto. Escolher a brincadeira, resolver conflitos no grupo e lidar com o tédio criavam uma escola invisível de iniciativa, muito diferente da infância atual, cercada por atividades extracurriculares, telas e vigilância constante dos pais.

Por que o tempo livre ensinava a decidir?

O tempo livre ensinava a decidir porque colocava a criança diante de escolhas reais, mesmo pequenas. Sem uma sequência pronta de aulas, treinos e compromissos, ela precisava inventar o próximo passo, negociar regras e sustentar a própria vontade.
Esse tempo aberto não significava abandono. Em muitas famílias, pais acompanhavam de longe, enquanto crianças testavam limites em ruas, quintais, praças ou casas de vizinhos. A autonomia nascia dessa distância segura, onde o adulto não corrigia cada movimento. A American Academy of Pediatrics afirma que a brincadeira contribui para o bem-estar cognitivo, físico, social e emocional. Esse dado ajuda a entender por que o tempo livre não estruturado tinha efeito tão amplo na formação infantil.


 Infância com mais tempo livre fortalecia escolhas e resolução de conflitos

Como as décadas de 1950 a 1970 moldaram crianças?

As gerações de 1950, 1960 e 1970 cresceram em um ambiente com menos programação formal e mais convivência espontânea. Muitas crianças voltavam da escola e encontravam horas sem compromisso, uma espécie de território livre entre o dever e o jantar. Esse cenário não era perfeito, nem deve ser romantizado. Havia desigualdades, riscos e normas familiares mais rígidas. Ainda assim, as décadas de 1950, 1960 e 1970 ofereciam algo raro hoje: períodos longos em que crianças organizavam o próprio mundo. O aprendizado acontecia em cenas simples, quase domésticas. Antes de virar lembrança com cheiro de calçada quente, ele funcionava como treino emocional diário.

Decidir se a tarde seria de bola, bicicleta, leitura ou conversa.
Combinar regras sem um adulto mediando cada conflito.
Lidar com frustração quando a brincadeira não saía como planejado.
Voltar para casa com histórias, arranhões e soluções improvisadas.

O excesso de agenda reduz a iniciativa infantil?

O excesso de agenda pode reduzir a iniciativa quando substitui toda escolha da criança por decisões adultas. Atividades extracurriculares têm valor, mas ocupam outro espaço mental: alguém define horário, meta, regra, avaliação e resultado esperado. Quando a semana vira uma esteira de inglês, esporte, reforço e curso, a infância ganha repertório, mas pode perder respiro. As atividades extracurriculares ensinam disciplina e habilidade, enquanto o tempo livre não estruturado ensina autoria.
A diferença aparece na pergunta que a criança aprende a responder. Em uma agenda cheia, ela pergunta “o que vem agora?”. No brincar livre, precisa perguntar “o que eu quero fazer agora?”.

Brincar livre e agenda cheia: o que muda?

Tempo aberto
A criança escolhe, testa ideias e administra o próprio ritmo, inclusive quando aparece o tédio.

Agenda dirigida
O adulto define objetivos, horários e regras, com ganhos claros de técnica e disciplina.

Equilíbrio possível
A rotina protege, mas precisa deixar frestas para invenção, escolha e convivência espontânea.

Fonte: American Academy of Pediatrics, artigo publicado em Pediatrics sobre brincadeira e desenvolvimento saudável.

O que os pais podem recuperar hoje?

Os pais podem recuperar hoje pequenos blocos de liberdade, sem abrir mão de cuidado. A ideia não é copiar o passado, mas devolver às crianças a chance de escolher dentro de limites claros. Para funcionar, esse espaço precisa parecer menos uma tarefa e mais uma pausa verdadeira. Crianças percebem quando o adulto transforma até o descanso em desempenho.

Reserve períodos semanais sem roteiro, curso ou meta.
Permita que a criança diga que está entediada antes de oferecer soluções.
Combine limites de segurança, mas evite comandar cada detalhe da brincadeira.
Valorize escolhas simples, como montar uma cabana, desenhar ou visitar um amigo.
O tempo livre não estruturado também pede confiança gradual. Crianças pequenas precisam de presença próxima; maiores podem ganhar autonomia em camadas, como quem aprende a andar por uma cidade interna.

Que infância queremos construir daqui para frente?

Queremos uma infância que tenha proteção, afeto e oportunidades, mas também espaço para silêncio, tentativa e invenção. O tempo livre não estruturado lembra que autonomia não nasce de discursos sobre independência, e sim de momentos em que a criança pode praticá-la. Talvez o melhor presente moderno seja devolver algumas horas ao relógio infantil. Comece por uma tarde sem programação e observe o que a criança inventa quando o mundo para de dar instruções.
 

Fonte: https://www.tupi.fm/entretenimento/a-psicologia-afirma-que-as-geracoes-das-decadas-de-1950-1960-e-1970-que-nao-tinham-o-dia-inteiro-preenchido-com-atividades-extracurriculares/

A planta que sustentou povos
no deserto por milênios e foi
esquecida pela agricultura moderna

 


Um alimento do deserto que foi base de civilizações e caiu no esquecimento moderno.

O tepari reúne características que nenhuma outra leguminosa comercial concentra no mesmo grão.

Enquanto a agricultura industrial aposta em culturas que exigem irrigação pesada, existe uma planta leguminosa que produz 25 gramas de proteína por 100 gramas de grão seco, resiste a temperaturas próximas de 48 °C e cresce onde quase nada sobrevive. O feijão tepari (Phaseolus acutifolius) alimentou comunidades inteiras no deserto por milênios, mas foi abandonado quando tratores e monoculturas tomaram o campo. A crise climática pode forçar o mundo a lembrar dele.

O que é o feijão tepari e por que ele resiste ao deserto?

O feijão tepari é uma leguminosa originária das regiões áridas entre o sudoeste dos Estados Unidos e o noroeste do México. Povos indígenas como os tohono o’odham o cultivaram por milhares de anos em solos pobres, com chuvas escassas e calor extremo, condições que matam a maioria das culturas comerciais modernas. O segredo está no sistema radicular. As raízes do tepari alcançam camadas profundas do solo em busca de umidade, extraindo água onde outras espécies não chegam. Essa adaptação permite colheitas regulares mesmo em anos de seca severa, tornando-o uma das plantas mais confiáveis para regiões áridas do planeta.

O tepari já é estudado por bancos de sementes, universidades e organizações

A planta que sustentou povos no deserto por milênios e foi esquecida pela agricultura moderna O tepari já é estudado por bancos de sementes, universidades e organizações

Quais são as vantagens do tepari sobre outras culturas?

O tepari reúne características que nenhuma outra leguminosa comercial concentra no mesmo grão. Alta proteína, resistência ao calor, baixa exigência de água e capacidade de enriquecer o solo fazem dele uma solução completa para ambientes hostis.

Os pontos que mais se destacam:

1
Proteína alta em condições extremas
Cerca de 25 gramas de proteína por 100 gramas de grão seco, comparável ao feijão comum, mas produzido com muito menos água.
2
Resistência ao calor de até 48 °C
Tolera temperaturas que levam culturas como soja e feijão-carioca a estresse severo com perda significativa de produtividade.
3
Fixação de nitrogênio no solo
Bactérias associadas às raízes enriquecem a terra naturalmente, reduzindo ou eliminando a necessidade de fertilizante químico.
4
Raízes que buscam água em profundidade
O sistema radicular alcança camadas do solo que outras leguminosas não atingem, mantendo produção em secas prolongadas.

Por que a agricultura moderna abandonou uma planta tão eficiente?

A substituição não aconteceu por falha do tepari, aconteceu por lógica industrial. A mecanização do campo a partir do século XX priorizou culturas compatíveis com tratores padronizados, pacotes químicos e cadeias de distribuição em escala global. Milho, trigo e soja se encaixavam nesse modelo. O tepari, não.

Fatores que levaram ao esquecimento:

Monoculturas mecanizadas favoreceram poucas espécies de escala global e alto rendimento por hectare.
Políticas públicas e linhas de crédito concentraram recursos em commodities exportáveis.
Programas de pesquisa investiram menos em culturas locais adaptadas a nichos climáticos.
Sistemas tradicionais de consórcio foram vistos como incompatíveis com a lógica industrial.
O grão pequeno e a colheita manual tornaram o tepari menos atrativo para grandes produtores.

O cultivo tradicional em consórcio era realmente melhor?

Povos indígenas do sudoeste americano plantavam o tepari junto com milho e abóboras, formando mosaicos agrícolas onde cada planta cumpria uma função. O milho dava estrutura, a abóbora cobria o solo e o feijão fixava nitrogênio. Esse sistema, segundo estudos da FAO, reduzia erosão, melhorava o aproveitamento de água e distribuía o risco produtivo entre várias espécies ao mesmo tempo.

O tepari pode ser a resposta para a crise climática na agricultura?

Com a expansão das áreas áridas e a pressão crescente sobre os recursos hídricos, culturas que produzem proteína com pouca água ganham relevância estratégica. O tepari já é estudado por bancos de sementes, universidades e organizações comunitárias como peça central de sistemas agrícolas adaptados ao novo clima.

Veja como o tepari se compara a outras leguminosas em cenários de seca:

Leguminosa Comportamento sob seca Resiliência
Feijão tepari
Phaseolus acutifolius
Mantém produtividade estável mesmo com pouca chuva e calor extremo prolongado. Muito alta
Feijão-caupi
Vigna unguiculata
Boa tolerância ao calor e à seca, amplamente cultivado no semiárido brasileiro. Alta
Feijão-carioca
Phaseolus vulgaris
Perde produtividade rápido sob estresse hídrico e temperaturas acima de 35 °C. Média
Soja
Glycine max
Altamente dependente de irrigação ou chuva regular para manter rendimento comercial. Baixa em seca

Faz sentido recuperar culturas ancestrais em pleno 2026?

Faz, e a urgência cresce a cada safra perdida por seca. O feijão tepari não é nostalgia agrícola, é tecnologia viva testada por milênios em condições que a agricultura moderna só agora começa a enfrentar em escala. Resgatar essa planta não é voltar ao passado, é usar o que ele já provou que funciona. Uma leguminosa que produz proteína com quase nenhuma água, enriquece o solo sem fertilizante e sobrevive onde o termômetro passa de 45 °C não deveria estar em segundo plano. O tepari foi esquecido porque não cabia na lógica das máquinas. Agora que as máquinas dependem de um clima que não existe mais, talvez seja hora de ouvir o que os povos do deserto sabiam antes de qualquer trator chegar.

Fonte: https://www.tupi.fm/entretenimento/a-planta-que-sustentou-povos-no-deserto-por-milenios-e-foi-esquecida-pela-agricultura-moderna/

Site gratuito restaura fotos de
maneira impressionante usando


Pesquisadores da Tencent, na China, desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial (IA) capaz de restaurar fotografias antigas e com baixa resolução. A solução de código aberto ajuda a recuperar imagens danificadas pela ação do tempo em apenas alguns segundos. De acordo com os cientistas, a ferramenta batizada de GFP-GAN (Rede Adversária Generativa Facial Pré-Generativa, em tradução livre) consegue corrigir pequenos defeitos sem interferir na originalidade da foto, proporcionando um resultado muito melhor do que outros sistemas disponíveis no mercado. Essa nova abordagem utiliza uma versão do modelo de IA da Nvidia conhecido como StyleGAN-2 para eliminar ruídos, corrigir vincos causados por dobraduras, destacar detalhes obscuros e aprimorar as cores da fotografia, usando um método descrito pelos pesquisadores como “sistema de adivinhação”.

Quase perfeito

Ao contrário de outras soluções dedicadas ao aperfeiçoamento de fotografias, a GFP-GAN não adiciona novos elementos à imagem. Ela simplesmente limpa o cenário e, quando necessário, preenche algumas lacunas com base em informações obtidas por meio de um banco de dados.


 Exemplos de outras ferramentas de restauração comparadas com a GFP-GAN

O uso de métricas adicionais ajuda a inteligência artificial a aprimorar detalhes faciais como olhos, boca e nariz. Embora a ferramenta tenha sido criada para tratar imagens antigas e de baixa qualidade, ela também funciona em fotografias digitais corrompidas ou danificadas durante o processo de captura. Apesar dos resultados impressionantes, os criadores da ferramenta alertam que ainda existem limitações e que o modelo utilizado durante os testes precisa ser aprimorado para evitar distorções que, ocasionalmente, podem causar uma ligeira mudança de identidade da pessoa retratada

Como usar a GFP-GAN

Uma versão de demonstração pode ser testada gratuitamente no site da GFP-GAN ou baixada diretamente no GitHub. Como possui código aberto, a ideia é que qualquer pessoa possa utilizar o algoritmo para realizar tarefas personalizadas integradas a um novo software. Segundo seus criadores, um novo modelo mais avançado deve ser lançado em breve, trazendo algumas melhorias ao sistema atual como reconhecimento facial aprimorado, detecção de elementos com baixíssima resolução e capacidade de preenchimento de lacunas com maior índice de acertos.

Fonte: https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/site-gratuito-restaura-fotos-de-maneira-impressionante-usando-ia-222096/

 

VEJA O QUE ROLOU NOS
GRUPOS DE WHATSAPP

ATENÇÃO
Algumas imagens podem não ser
apropiadas para menores de 16 anos